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Moedas globais: dólar cai com foco na Ucrânia e iene avança com expectativa sobre aperto do BoJ

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O dólar recuou ante as principais moedas pares nesta quinta-feira movimentada no front geopolítico e por falas de membros do Federal Reserve. A moeda americana ostentava perdas acentuadas frente ao iene, que alcançou o maior nível contra a moeda americana desde dezembro de 2024 diante da crescente expectativa de elevação da taxa de juros no Japão. O euro e a libra avançaram, favorecidas pela possibilidade de descompressão dos riscos de piora da guerra na Ucrânia.

O índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de seis moedas fortes, fechou em baixa de 0,74%, a 106,372 pontos, após máxima de 107,153 pontos. Perto das 17h50 (de Brasília), o dólar cedia a 149,69 ienes. O euro se apreciava a US$ 1,0504 e a libra avançava a US$ 1,2672.

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O dólar acelerou, brevemente, a queda em meio a notícias de que a Ucrânia está pronta para um acordo forte e benéfico sobre segurança com o governo de Donald Trump, enquanto o euro manteve ganhos sólidos.

A moeda americana cedeu mesmo após declarações de Raphael Bostic, presidente do Fed de Atlanta, que enfatizou a necessidade de cautela na política monetária. O mesmo tom pontuou a fala de Alberto Musalem, presidente do Fed de St. Louis, que mencionou o aumento das expectativas de inflação dos consumidores. Os comentários reforçaram a percepção deixada na véspera pela ata do Fed, quando os dirigentes do banco central observaram que "a inflação permaneceu um tanto elevada", acima da meta de 2% do Fed.

Dados dos EUA que mostraram pedidos iniciais de auxílio-desemprego acima das expectativas tiveram impacto mínimo no mercado de câmbio.

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A dinâmica forte da moeda japonesa precedia a divulgação de índices de atividade dos gerentes de compra (PMI) preliminares de fevereiro no Japão, previstos para a noite desta quinta-feira. Em entrevista ao Wall Street Journal, o ex-dirigente do Banco do Japão (BoJ) Makoto Sakurai projetou que pode haver novo aumento dos juros em maio.

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