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Ministra britânica anuncia cortes em orçamento de bem-estar social e repressão à evasão fiscal

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A ministra das Finanças do Reino Unido, Rachel Reeves, anunciou nesta quarta-feira, 26, cortes profundos no orçamento de bem-estar social e maior repressão à evasão fiscal. As medidas foram apresentadas como forma de aumentar a arrecadação do governo britânico e evitar novos aumentos de impostos, contrabalançando a expansão nos gastos públicos.

Segundo Reeves, apenas as medidas para reprimir a evasão fiscal devem adicionar 1 bilhão de libras ao orçamento público, enquanto os cortes em iniciativas de bem-estar social devem economizar 4,8 bilhões de libras, reduzindo a necessidade de empréstimos.

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O Escritório de Responsabilidade Orçamentária (OBR, na sigla em inglês) prevê que, apesar dessas medidas, a dívida pública do Reino Unido deve aumentar no curto prazo, antes de retomar trajetória de queda, conforme relatório trimestral divulgado nesta quarta. O escritório aumentou sua previsão para a diferença entre receita e gastos em mais de 37,7 bilhões de libras nos próximos cinco anos fiscais.

No cenário do OBR, a dívida pública líquida deverá atingir um pico de 83,5% do PIB britânico no ano fiscal de 2026/2027, antes de cair para 82,7% do PIB até 2029/2030. O escritório também projeta queda nos empréstimos do setor público de 137,3 bilhões de libras neste ano (4,8% do PIB) para 74 bilhões de libras (2,1% do PIB) até 2030, conforme as reformas econômicas entrem em vigor.

Se o mandato fiscal for cumprido, este cenário pode resultar em espaço de manobra fiscal para o governo britânico de 9,9 bilhões de libras (0,3% do PIB) até 2030, com o governo saindo do atual estado de déficit de 1,9% do PIB para um superávit de 1% do PIB. O OBR vê 54% de probabilidade deste cenário se concretizar, mas alerta que há "riscos significativos" para o atual orçamento do governo.

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