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Metais: ouro fecha em queda limitado por maior apetite por risco e avanço do dólar

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O contrato mais líquido do ouro fechou em queda nesta quinta-feira e estendeu as perdas da última sessão, enquanto os investidores mantêm otimismo para mais acordos comerciais dos EUA, o que impulsiona o apetite por risco e limita os ganhos do metal dourado. O ouro também foi pressionado pela alta do dólar e dos juros dos Treasuries.

O ouro com vencimento em agosto encerrou em queda de 0,71%, a US$ 3.373,50 por onça-troy, na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex).

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As expectativas se concentraram na possibilidade de um acordo entre União Europeia (UE) e Estados Unidos, que pode ser semelhante ao fechado pelo Japão. Para o MUFG, a melhora da percepção em relação à política comercial americana enfraquece a demanda por refúgio seguro. Por outro lado, o banco ressalta que a incerteza persiste e o ouro permanece com alta de 28% no acumulado do ano.

"Os traders também esperam, em geral, que o Federal Reserve (Fed) mantenha as taxas de juros na próxima semana, mas um corte nos juros pode ocorrer em setembro, o que apoiará os preços do ouro", explica o MUFG, que destaca o suporte dos preços do ouro advindo da manutenção dos conflitos geopolíticos.

De acordo com a corretora financeira Trade Nation, o mercado "está se perguntando até que ponto a retração do ouro irá". Na avaliação da empresa, o metal precioso deve encontrar suporte de preço em torno de US$ 3.300 por onça-troy. "Por enquanto, os traders passaram a assumir riscos totais à medida que aumentam a exposição a ações. Isso deixa pouco incentivo para diversificar em ativos de refúgio como o ouro", acrescenta.

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(Com Dow Jones)

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