Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Mercadante, sobre Americanas: Podemos dar crédito para fornecedores que são vítimas

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, afirmou que discutirá com o Ministério da Fazenda e a Febraban, entidade que representa as instituições financeiras privadas, a possibilidade de lançar uma linha de crédito específica para fornecedores da Americanas. A varejista entrou com pedido de recuperação judicial após informar ao mercado que havia "inconsistências contábeis" em duas demonstrações financeiras, na ordem de R$ 20 bilhões.

Mercadante negou que a iniciativa retome o papel de "hospital de empresas", pelo qual o BNDES ficou conhecido, especialmente nos anos 1980. O presidente do banco de fomento destacou que os pequenos fornecedores da varejista são "vítimas dessa fraude".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"O que poderemos fazer é o sistema financeiro abrir uma linha de crédito para pequenos fornecedores, que são vítimas dessa fraude. É dar alternativas para não agravar a crise. Não vamos voltar a ser 'hospital de empresas', o que estamos falando é outra coisa", afirmou Mercadante, após entrevista coletiva para tratar do Fundo Amazônia, no Rio.

O presidente do BNDES reafirmou que o banco não tem "R$ 1 em risco" com a Americanas. Como já divulgado pela instituição de fomento, a varejista tinha dois financiamentos contratados, no valor total de R$ 2,4 bilhões, dos quais a companhia ainda devia R$ 1,2 bilhão. Como a dívida era coberta por fiança bancária, já executada pelo BNDES, não restou exposição.

Mercadante aproveitou para ressaltar que "os sócios (da Americanas) têm capital para aportar e salvar a empresa e proteger fundos de investimento e trabalhadores".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV