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Medidas tarifárias dos EUA podem reduzir comércio global em 3%, alerta economista da ONU

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As novas tarifas impostas pelos Estados Unidos podem levar a uma queda de 3% no comércio global, segundo Pamela Coke-Hamilton, diretora-executiva do International Trade Centre (ITC), agência vinculada à ONU. Em comunicado divulgado na sexta-feira, 11, a economista destacou que a medida, somada a retaliações de outros países, pode "reduzir o PIB global em 0,7%" e redefinir as cadeias de suprimentos internacionais.

"Haverá uma reavaliação de alianças globais, mudanças geopolíticas e econômicas", afirmou Coke-Hamilton, referindo-se à pausa de 90 dias nas tarifas recíprocas anunciada pela Casa Branca - exceto para a China, onde as taxas chegam a 145%. Em resposta, Pequim elevou hoje suas tarifas sobre produtos americanos para 125%.

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Países como México, China, Tailândia e nações do sul da África estão entre os mais afetados. O México, por exemplo, já viu suas exportações serem "altamente impactadas" e redirecionadas para Canadá, Brasil e, em menor escala, Índia. O Vietnã também está desviando vendas dos EUA e China para a União Europeia e Coreia do Sul.

Economias emergentes, como Lesoto, Camboja e Mianmar, são as "mais expostas" por falta de diversidade industrial. "A instabilidade e a imprevisibilidade afetam decisões em tempo real", alertou a economista, ressaltando que, embora o comércio EUA-China represente apenas 3% a 4% do total global, "há 96% ainda ativo".

"Se houve um momento para diversificação e integração regional, é agora", concluiu Coke-Hamilton, destacando que a incerteza prolongada "não contribui para a estabilidade" do sistema econômico mundial.

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