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Massa de salários alcança recorde no trimestre até fevereiro, mostra IBGE

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A massa de salários em circulação na economia aumentou em R$ 20,012 bilhões no período de um ano, para um recorde de R$ 342,028 bilhões, uma alta de 6,2% no trimestre encerrado em fevereiro de 2025 ante o trimestre terminado em fevereiro de 2024. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação com o trimestre terminado em novembro de 2024, a massa de renda real subiu 0,1% no trimestre terminado em fevereiro, R$ 179 milhões a mais.

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O rendimento médio dos trabalhadores ocupados teve uma alta real de 1,3% na comparação com o trimestre até novembro, R$ 43 a mais, para um recorde de R$ 3.378. Em relação ao trimestre encerrado em fevereiro de 2024, a renda média real de todos os trabalhadores ocupados subiu 3,6%, R$ 118 a mais.

A renda média sobe com uma maior formalização no mercado de trabalho, com influência também da saída sazonal de trabalhadores em vagas com menores rendimentos e da redução da ocupação na informalidade. Além disso, houve reajuste recente no salário mínimo. A avaliação é de Adriana Beringuy, coordenadora da pesquisa do IBGE.

"Eu considero que essa questão sazonal ela tenha um peso maior (sobre a alta no rendimento), essa menor participação do trabalho informal na composição da população ocupada como um todo. E além disso, mesmo considerando que o setor público é todo formal, o segmento dele que caiu, que foi o emprego sem carteira, é justamente o segmento com os menores rendimentos", apontou Beringuy.

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A renda nominal, ou seja, antes que seja descontada a inflação no período, cresceu 2,8% no trimestre terminado em fevereiro ante o trimestre encerrado em novembro. Já na comparação com o trimestre terminado em fevereiro de 2024, houve elevação de 8,6% na renda média nominal.

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