Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Lula diz que Mercosul busca uma negociação com a China por um acordo comercial

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), disse nesta terça-feira, 30, que o Mercosul busca uma negociação com a China por um acordo comercial, nos moldes do que o bloco tem feito com outros países, como Canadá e Japão, e com a União Europeia.

Lula participou da cúpula do Mercosul no Paraguai nesta terça-feira pela manhã e volta ao Brasil à tarde. O presidente disse que "na atual conjuntura, o Mercosul é uma necessidade estratégica".

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Voltamos a olhar para o mundo com ambição. Contrariamos as expectativas de quem acreditava que acordo com UE jamais sairia do papel. O Brasil também já ratificou o acordo com Efta e Singapura. O Mercosul está avançando nos diálogos com Canadá, Índia e Vietnã. Nesta cúpula, daremos mais um passo ao lançar as negociações de uma parceria econômica com o Japão. Em breve, queremos fazer o mesmo com a China e seguir nos aproximando dos mercados mais dinâmicos do planeta", declarou.

Lula disse que o Brasil "seguirá avançando para conectar interior do nosso continente a portos do Pacífico, Atlântico e Caribe" e defendeu que minerais críticos devem ser olhados como uma "questão de segurança nacional" para "desenvolver cadeias regionais com etapas de valor agregado".

O presidente também anunciou o aumento no aporte do Brasil no Fundo para a Convergência Estrutural do Mercosul (Focem) de US$ 70 milhões anuais para US$ 100 milhões anuais durante a nova etapa do fundo, chamado de Focem 2. "Estamos prontos para lançar o Focem 2 e aumentar a contribuição brasileira com aporte de US$ 100 milhões anuais ao longo de uma década. Incorporar a Bolívia ao fundo será um passo adicional para reduzir as assimetrias intrablocos", declarou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV