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Lucro líquido e receita da ADM recuam no 1º trimestre, mas ação sobe 0,5% no pré-mercado

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A trading de commodities agrícolas Archer Daniels Midland (ADM), dos Estados Unidos, obteve lucro líquido de US$ 295 milhões, ou US$ 0,61 por ação, no primeiro trimestre de 2025, informou a companhia nesta terça-feira, 6. O resultado representa queda ante US$ 729 milhões, ou US$ 1,42 por ação, registrados em igual período do ano anterior.

Analistas consultados pela FactSet esperavam lucro maior, de US$ 0,67 por ação. Contudo, em termos ajustados, o lucro passou de US$ 1,46 para US$ 0,70 por ação, enquanto analistas estimavam US$ 0,66. A receita caiu cerca de 7,6%, para US$ 20,175 bilhões, abaixo das expectativas de US$ 22,8 bilhões.

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No pré-mercado de Nova York, as ações da companhia subiam 0,53% por volta das 9h15 (de Brasília).

"A ADM apresentou resultados alinhados com nossa perspectiva e as expectativas do mercado para o primeiro trimestre. Em um ambiente externo desafiador e incerto, avançamos em diversos aspectos da nossa agenda de autossuficiência, incluindo a implementação de melhorias operacionais na América do Norte, a redução de custos por meio de realinhamentos operacionais e organizacionais direcionados, o avanço em nosso pipeline de oportunidades de simplificação de portfólio e a continuidade de nossa abordagem disciplinada à alocação de capital", disse em comunicado o CEO da empresa, Juan Luciano.

Segundo a trading, os custos do primeiro trimestre foram maiores por causa de ajustes de remuneração de incentivos, e da queda de 52% no lucro operacional em sua unidade de serviços agrícolas e sementes oleaginosas. O lucro operacional total da companhia foi de US$ 747 milhões, recuo de 38% na comparação com o período equivalente do ano anterior.

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Na maior unidade da empresa, a divisão de serviços agrícolas e oleaginosas, o lucro operacional ajustado passou de US$ 864 milhões para US$ 412 milhões nos três primeiros meses do ano, queda de 52%. Dentro da divisão, o segmento de serviços agrícolas teve perda de 31% no lucro operacional, para US$ 159 milhões, com redução nos volumes e margens devido à incerteza tarifária e a política comercial. O subsegmento de processamento teve queda de 85% no lucro operacional, com margens mais baixas provocadas pelo aumento da capacidade da indústria, exportações competitivas de farelo da Argentina, custos de fabricação mais altos e menor demanda por óleo vegetal.

Também houve recuo na divisão de soluções de carboidratos, que registrou queda de 3%, com lucro operacional de US$ 240 milhões nos primeiros três meses do ano. Já o negócio de Nutrição, que produz e vende proteínas, ingredientes e outros produtos à base de plantas, subiu 13% em relação ao ano anterior, com lucro operacional ajustado de US$ 94 milhões.

Para 2025, a empresa reafirmou seu guidance divulgado anteriormente. A ADM estimou um lucro ajustado na faixa de US$ 4,00 a US$ 4,75 por ação para o ano inteiro, "embora agora espere ficar na extremidade inferior dessa faixa de orientação", disse em nota. Analistas esperam um lucro ajustado de US$ 4,07 para o ano.

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