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Lucro do Itaú Unibanco tem alta de 16,2% e soma R$ 41,4 bi em 2024

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O Itaú Unibanco registrou lucro líquido recorrente de R$ 41,4 bilhões em 2024, uma expansão de 16,2% sobre os ganhos do ano anterior (R$ 35,6 bilhões) e um novo recorde no setor. Em balanço divulgado na noite desta quarta, 5, o banco informou que seu lucro no quarto trimestre somou R$ 10,88 bilhões, uma alta de 15,8% ante igual período de 2023. Em relação ao terceiro trimestre, o avanço foi de 2%.

O lucro do banco cresceu graças principalmente à expansão das margens e das receitas com serviços, associado à redução dos custos do crédito decorrente da queda na taxa de inadimplência.

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A carteira de crédito do Itaú Unibanco cresceu 15,5% no ano passado, ou 10,2% se desconsiderado o efeito do câmbio, a atingiu o saldo de R$ 1,35 trilhão. Houve crescimento em todos os segmentos de crédito, com destaque para as operações com grandes empresas, que avançaram 21%, impulsionadas pela variação do dólar ante o real, e as de micro, pequenas e médias empresas, que tiveram alta de 17,7%.

Apesar da expansão das operações de crédito, as taxa de inadimplência (atrasos superiores a 90 dias) fechou o ano em 2,4%, abaixo do patamar de 2,8% do final de 2023. Considerando apenas as operações do banco no Brasil, o índice de calote foi um pouco maior, 2,6%, mas abaixo dos 3,2% de um ano antes.

Esse recuo nos indicadores de inadimplência permitiu ao banco reduzir suas provisões para devedores duvidosos (PDD) em 2,5%, para R$ 36,2 bilhões.

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As receitas com serviços, que inclui cobrança de tarifas bancárias, teve alta de 4,5% em 12 meses, e alcançou R$ 11,69 bilhões.

O presidente do Itaú Unibanco, Milton Maluhy, classificou 2024 como um ano de consistência na entrega de resultados. "Mais do que os indicadores financeiros, encerramos o ano com muitos avanços importantes na nossa estratégia de centralidade nos clientes, com crescimento contínuo nos nossos índices de engajamento e de satisfação", afirmou o executivo em nota.

O banco também conseguiu aumentar a sua rentabilidade no ano passado. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) ficou em 22,1%, avanço de 1,1 ponto porcentual em um ano. Mas um pequeno recuo ante o ROE de 22,7% do terceiro trimestre.

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A margem financeira subiu 8,3% em um ano, para R$ 29,38 bilhões, enquanto que a margem com clientes, que contabiliza os ganhos gerados pelas operações de crédito, também subiu 8,3%, para R$ 28,48 bilhões.

Dividendos e JCP

Com o balanço, o Itaú Unibanco anunciou ontem também que irá distribuir R$ 15 bilhões em dividendos e juros sobre capital próprio (JCP), que serão pagos aos seus acionistas no dia 7 de março.

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No final de dezembro, o Itaú Unibanco contabilizava R$ 3,04 trilhões em ativos, alta de 13,1% em um ano, e o seu patrimônio líquido somava R$ 201,0 bilhões, 11,2% maior do que em dezembro de 2023.

"O desempenho relevante registrado em 2024 é resultado direto de uma gestão muito cuidadosa, consistente e precisa entre risco e retorno, o que se tornou uma marca registrada do Itaú Unibanco", afirmou o diretor financeiro do Itaú, Gabriel Moura. "Com isso, conseguimos, em mais um ano, focar na criação de valor de longo prazo, traduzida em uma performance sustentável."

No quarto trimestre, o produto bancário do Itaú, que soma as margens com juros e as receitas com serviços, foi de R$ 44,09 bilhões, um crescimento de 7,6% em um ano, e de 3,3% em três meses.

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Na tesouraria, o resultado entre outubro e dezembro foi de R$ 904 milhões, alta de 7,6% em um ano, mas uma baixa de 14,5% no trimestre. Além de contabilizar as exposições do Itaú Unibanco ao mercado brasileiro, a tesouraria inclui a proteção cambial que o banco faz para o capital das operações na América Latina.

Maior banco da América do Sul, o Itaú Unibanco tinha 96.219 funcionários - 86,2 mil no Brasil e 9,9 mil em suas operações no exterior. O número de agências e postos de atendimento bancário (PABs) somavam 2.928 pontos - um ano antes, eram 3.250 pontos - além de 40.030 caixas eletrônicos.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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