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Kering, dona da Gucci, tem queda de 14% na receita com desaceleração do gasto com luxo

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A gigante do mercado de luxo Kering, dona da Gucci e da Yves Saint Laurent, registrou uma queda de 14% na receita do primeiro trimestre, para 3,88 bilhões de euros, abaixo das expectativas de analistas, que projetavam quase 4 bilhões de euros, segundo a Visible Alpha. O resultado reflete a persistente desaceleração no consumo de bens de luxo e eleva o tom de alerta sobre os desafios enfrentados pela indústria.

A situação é ainda mais delicada na Gucci, carro-chefe do grupo, cujas vendas caíram 25% na comparação anual, para 1,57 bilhão de euros - também aquém do esperado, de 1,63 bilhão de euros, segundo estimativa da Visible Alpha. Em meio à crise criativa e à perda de apelo da marca, a Kering convocou Demna Gvasalia, ex-diretor artístico da Balenciaga, para tentar reverter o cenário após a saída de Sabato De Sarno.

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O CEO François-Henri Pinault reconheceu que o início do ano foi "difícil", atribuindo a fraqueza nas vendas à combinação de inflação persistente, juros altos e um consumidor mais cauteloso depois do boom de consumo após a pandemia. A China, antes maior mercado de luxo do mundo, continua afetada pela crise imobiliária e pela demanda interna fraca.

As vendas no varejo direto da Kering caíram 16% no trimestre, com destaque negativo para a Ásia-Pacífico (queda de 25%), Europa Ocidental e América do Norte (ambas com retração de 13%). O Japão também encolheu, com baixa de 11%. A empresa contava com 1.788 lojas em sua rede direta, após fechar 25 no trimestre.

Agora, a indústria enfrenta uma incerteza crescente devido às políticas de tarifas imprevisíveis de Donald Trump. Pinault encerrou o balanço com um aviso: "Estamos aumentando nossa vigilância para enfrentar os ventos contrários macroeconômicos que nossa indústria enfrenta."

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