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Juros: DIs longos avançam enquanto investidor se prepara para leilão do Tesouro

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Os juros futuros longos aceleraram alta no período da tarde, pressionados pela expectativa do mercado de que o Tesouro oferte um lote expressivo de títulos prefixados no leilão de quinta-feira. Operadores também mencionam espaço para realização, respaldado no dólar no nível de R$ 5,72 e considerando que a curva vinha perdendo prêmio de risco principalmente nos contratos a partir de 2029. Já o vértice curto fechou perto da estabilidade.

A taxa de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2026 fechou em 14,685%, de 14,683% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2027 subiu a 14,685%, de 14,564%, e o para janeiro de 2029 avançou para 14,480%, de 14,296% ontem no ajuste.

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Considerando que o Tesouro conseguiu vender integralmente os 5 milhões de Notas do Tesouro Nacional - Série B (NTN-B) ofertados no leilão de terça-feira, a expectativa do mercado é de que a autoridade novamente coloque um lote expressivo para o leilão de prefixados amanhã. "O mercado já puxa o DI hoje. Quem tem posição aplicada no DI acaba 'tirando o pé' ao saber que o Tesouro tem feito leilões grandes, e isso causa uma alta nas taxas", afirma o estrategista Tiago Castro, da Cambirela.

O Tesouro fará leilão de LTN para os vencimentos de 1º/10/2025, 1º/4/2027, 1º/1/2029 e 1º/1/2032 e de NTN-F para 1º/1/2031 e 1º/1/2035 amanhã.

Destaque da agenda escassa desta quarta-feira, a ata do Federal Reserve (Fed) não trouxe novidades e é "até um pouco antiga, pensando que houve uma quantidade de informações novas grande, por exemplo tarifas, vindo dos EUA desde a última reunião", comenta o economista-chefe da Frente Corretora, Fabrizio Velloni. Ainda assim, ele pondera que há tendência de que os juros americanos fiquem altos por mais tempo, o que "pressiona economias emergentes em termos de risco".

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Após a ata, a ferramenta FedWatch do CME Group mostra que o mercado reforçou a expectativa de corte de juros de apenas 25 pontos-base pelo Fed em 2025.

Já o estrategista da Cambirela comenta ainda que há um pouco de "tensão política, mas que corresponde a só uns 5% da movimentação dos mercados hoje", em referência à denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR) contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, com inelegibilidade.

Segundo o Diretor e Practice Head para Brasil na Eurasia Group, Silvio Cascione, ainda é precipitado o mercado financeiro fazer "apostas com convicção" para as próximas eleições.

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