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Japão/BoJ: dados mostram inflação sustentável em 2%, mas incertezas persistem, diz Junko Koeda

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Mais nova integrante do conselho de política monetária do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), Junko Koeda disse que viu alguns sinais positivos de um ciclo virtuoso de salários e preços, mas expressou cautela contra as incertezas globais, em sua coletiva de imprensa inaugural nesta quarta-feira, 26.

"Vários dados apontam para a direção em que a inflação subjacente está se movendo" em direção à meta do banco de inflação sustentável de 2%, afirmou Koeda. Ela acrescentou, no entanto, que "as políticas comerciais são uma das maiores incertezas no curto prazo".

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O BoJ não apressará nem adiará aumentos de taxas, pois examina como a economia responde a taxas de juros mais altas, comentou a dirigente.

Koeda, ex-professora universitária, substituiu Seiji Adachi, cujo mandato expirou na terça-feira, 25. Ela também já ocupou cargos no Fundo Monetário Internacional (FMI), no Instituto de Pesquisa de Políticas do Ministério das Finanças do Japão e no Instituto de Estudos Monetários e Econômicos do BOJ. Economistas e investidores esperam que a experiência de Koeda em macroeconomia e finanças apoie o desmantelamento suave do banco central de sua flexibilização monetária anterior.

O BOJ manteve sua taxa básica de juros em 0,5% na semana passada, buscando tempo para examinar os efeitos de seu aumento de janeiro e esperando por mais clareza sobre as incertezas em torno de sua perspectiva econômica, incluindo o impacto da política comercial dos EUA.

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A primeira reunião em que Koeda participará da definição de juros será realizada em 30 de abril e 1º de maio. Embora muitos observadores do BOJ esperem que o banco central aumente as taxas de juros em um ritmo de cerca de uma vez a cada seis meses, alguns dizem que o banco pode fazer um movimento na reunião de maio. Fonte: Dow Jones Newswires.

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