Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Italiana Enel incorpora cores da bandeira e palavra 'Brasil' na nova marca que usará no País

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A italiana Enel anunciou nesta terça-feira, 15, uma mudança na marca no Brasil. A empresa deixará para trás o vermelho, azul, cinza e verde utilizados pela holding, para assumir o verde, amarelo e azul e as formas da bandeira brasileira. A nova marca incorpora, também, a palavra "Brasil" no nome, numa investida para se aproximar dos brasileiros, parte dos quais até agora a rejeita.

Ao comunicar a nova marca, a Enel salienta que a marca "reforça o compromisso da companhia com as operações no Brasil" e lembra que recentemente a companhia anunciou volume recorde de investimentos no País. No ano passado, a companhia informou planos de investir R$ 25,3 bilhões no País entre 2025 e 2027, sendo R$ 24 bilhões no segmento de distribuição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"A mudança da identidade visual reflete o momento de evolução da empresa no país, com recorde de investimento em distribuição de energia nos três Estados onde atuamos. Vamos modernizar a nossa infraestrutura, com foco em digitalização e resiliência da rede elétrica, além de ampliar nossas equipes em campo e aumentar a capacidade dos canais de atendimento", declarou o diretor-presidente da empresa no Brasil, Antonio Scala, por meio de nota.

Marca nova, problemas antigos

O anúncio ocorre num momento decisivo para a empresa italiana no País, já que ela busca garantir a renovação das concessões de suas três distribuidoras por 30 anos, mas enfrenta antipatia da população e críticas de populares e de autoridades locais pela qualidade dos serviços prestados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As distribuidoras do grupo operam na região metropolitana de São Paulo, em parte do Rio de Janeiro e no Ceará. As atuais concessões vencem entre 2026 e 2028 e estão no grupo de 19 empresas que devem passar pelo processo de renovação antecipada de contratos.

Assim como as demais companhias envolvidas, a Enel manifestou à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) o interesse em renovar as concessões. A agência reguladora tem prazo de 60 dias para avaliar se recomenda, ou não, a renovação de cada uma. Para isso, analisará se as distribuidoras atualmente atendem a parâmetros mínimos econômicos-financeiros e de qualidade do serviço exigidos nos contratos atuais. A decisão final caberá ao Ministério de Minas e Energia.

Em recente entrevista ao Broadcast Energia (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), Scala afirmou que a empresa tem atendido os níveis exigidos pelo regulador e salientou a melhora observada nos últimos meses nas concessões, particularmente a de São Paulo, que enfrenta mais críticas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ele admite, porém, que o contrato atual está muito defasado diante da atual "agressividade climática" e da maior exigência dos clientes. "Apesar de respeitar os requerimentos do contrato atual, é claro que o contrato atual, feito 30 anos atrás, hoje não reflete a expectativa de qualidade dos clientes. Por isso que nós implementamos esse plano de melhora que vai muito além do que os valores mínimos que o contrato pede, efetivamente, para ter um desempenho operacional diferente", disse.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline