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Investimentos dos brasileiros têm alta anual de 12,6%, a R$ 7,3 tri em dezembro, diz Anbima

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O volume financeiro investido pelos brasileiros chegou a R$ 7,295 trilhões no fim de dezembro de 2024, uma alta de 12,6% na comparação com o mesmo mês de 2023, segundo dados da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). O crescimento foi puxado pelo varejo de alta renda, que teve alta de 15,4%.

Em seguida, vieram o varejo tradicional (crescimento de 13,6%) e o segmento private (8,7%). Em volume absoluto, a alta renda somou R$ 2,572 trilhões, o varejo tradicional totalizou R$ 2,427 trilhões e o private, R$ 2,296 trilhões.

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"No private, tivemos um ano com poucos eventos de liquidez que são comuns nesse segmento, como IPOs e follow ons", afirmou Luciane Effting, vice-presidente do Fórum de Distribuição da Anbima, em coletiva realizada nesta quinta-feira, 13.

Tipos de ativo

Na distribuição por tipos de ativo, a renda fixa respondeu por mais da metade dos investimentos (59,2%). "2024 foi sem dúvida nenhuma o ano da renda fixa", disse Effting.

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Houve um crescimento de 18% na base anual. Em seguida, a previdência no varejo respondeu por 16,9% dos investimentos, com um crescimento de 18,3%. A renda variável equivaleu a 13,6% do volume, crescimento de 1,3%.

Já os ativos híbridos - que são, por exemplo, fundos imobiliários, multimercados, ETFs - foram os únicos a registrar queda. O volume foi 5,8% menor que auferido em dezembro de 2023, com os investimentos neste segmento representando 10,2% do total investido em dezembro de 2024. A baixa, segundo Effting, se deveu à saída de investidores dos fundos multimercado.

Produtos

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Os títulos e valores mobiliários representaram 46% dos investimentos dos brasileiros, seguidos por fundos de investimento, previdência e poupança.

Dentro dos títulos e valores mobiliários, a vice-presidente do Fórum de Distribuição da Anbima destacou que produtos isentos como letras, CRAs, CRIs e debêntures incentivadas tiveram crescimento acentuado. "Mesmo com a mudança nas regras que tivemos em fevereiro nos produtos de letras, o conjunto dos produtos isentos cresceu R$ 165,6 bilhões alta de 15,5%, o que é expressivo", disse.

Os CRIs tiveram alta de 36,4%; os CRAs, de 27,3%; os aportes em debêntures incentivadas subiram 20,5%; e as LCAs e as LCIs subiram 13,3% e 12,7%, respectivamente.

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Considerando outros títulos e valores mobiliários não isentos, o volume de debêntures tradicionais aumentou 35,4%; os títulos públicos subiram 21,3%; os investimentos em CDBs aumentaram 20,7%; e as ações tiveram alta de 4,1%.

Expectativa

Para 2025, a expectativa é de que o cenário seja parecido com o de 2024. "É natural que investidor busque a segurança, a rentabilidade e a liquidez que, em 2024, encontrou na renda fixa", avaliou Effting. Segundo ela, "produtos isentos de IR devem continuar crescendo ao longo de 2025, o que não quer dizer que não há espaço para a diversificação. O desafio será mostrar para o investidor as vantagens da diversificação", falou.

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