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Indenizações por roubo de cargas sobem 11% em 2024 ante 2023, para R$ 528,9 mi, aponta CNseg

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O pagamento de indenizações por roubos de cargas somaram R$ 528,9 milhões em 2024, segundo levantamento da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). A cifra, que representa alta anual de quase 11%, foi a segunda maior em cinco anos, atrás apenas de 2022, quando o montante atingiu R$ 629,2 milhões.

Em meia década, o valor desembolsado pelas seguradoras chega a R$ 2,5 bilhões. Enquanto isso, a procura pelo seguro de responsabilidade civil de desvio de carga cresceu 27,1%, somando um faturamento de R$ 1,4 bilhão.

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Entre os Estados brasileiros, São Paulo registra a maior cifra de pagamentos em 2024: R$ 279,9 milhões (+2%), seguido por Minas Gerais com R$ 59,2 milhões (+62,2%) e Rio Grande do Sul, com R$ 28,9 milhões (+24,4%).

São Paulo lidera também no número de roubo de cargas no período, com 45,8% das ocorrências, ficando à frente do Rio de Janeiro e Minas Gerais, com 25% e 12,1%, respectivamente. Os três Estados colocaram a Região Sudeste com a maior taxa desse tipo de crime, acima de 80% do total nacional de prejuízos.

O Sudeste detém a maior participação na arrecadação deste seguro, com R$ 869 milhões, e na indenização, com R$ 363,8 milhões, somando respectivamente 68,8% e 62,1% de participação no total comercializado no País.

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O Seguro Desvio de Carga é responsável pela indenização no caso de desaparecimento total da carga, roubo durante o trânsito ou nos depósitos e armazéns (desde que a carga esteja carregada no veículo transportador), ou roubo praticado durante viagem fluvial complementar à viagem rodoviária, exclusivamente na região Amazônica. Ele é voltado para o transportador rodoviário de carga.

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