Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

IIF: fluxo de capital para emergentes se estabilizou em maio após 2 meses de volatilidade

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Os fluxos de capital para mercados emergentes se estabilizaram em maio, rompendo um padrão de volatilidade e retração de dois meses, segundo o Instituto de Finanças Internacionais (IIF). Em relatório, o organismo aponta que os fluxos de não residentes subiram para US$ 19,2 bilhões, marcando uma mudança decisiva em relação à saída líquida de US$ 3,7 bilhões registrada em abril.

A recuperação foi generalizada, com componentes de ações e dívida contribuindo positivamente, indica. No entanto, a recuperação mascara assimetrias significativas entre regiões e classes de ativos, e o tom subjacente dos investidores permanece cauteloso diante da incerteza global em curso.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Os investidores não estão abandonando os mercados emergentes, mas estão seletivamente fazendo a rotação dentro deles. A busca por rendimento continua, mas a barreira para a reentrada aumentou. Sustentar a recuperação do fluxo exigirá não apenas uma dinâmica favorável das taxas de juros, mas também clareza nas políticas tanto nos mercados desenvolvidos quanto nos emergentes", avalia o IIF.

Os fluxos de dívida totalizaram US$ 10,8 bilhões em maio, em linha com as médias recentes. Como nos meses anteriores, os fluxos concentraram-se fortemente na China, que atraiu US$ 11,1 bilhões, aponta o IIF.

Já os fluxos de ações se recuperaram para US$ 8,4 bilhões em maio, após uma forte saída de US$ 12 bilhões em abril. A recuperação foi impulsionada principalmente pelos mercados exceto a China, que registraram US$ 7 bilhões em entradas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A América Latina registrou modestos US$ 1,1 bilhão em entradas líquidas, com forte demanda por ações parcialmente compensada por um declínio acentuado nos fluxos de dívida, aponta o IIF.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline