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Ibovespa sobe 1,80%, a 112,5 mil pontos, no maior nível desde 31 de janeiro

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Com o desempenho desta sexta-feira que o alçou aos 112 mil pontos, o Ibovespa obteve o sexto ganho semanal consecutivo, em intervalo sem quebra não visto desde o início de novembro a meados de dezembro de 2020, quando havia enfileirado sete ganhos semanais, saindo então da faixa dos 95,9 mil para a dos 118 mil pontos. Agora, em ritmo gradual de recuperação - com a volatilidade da pandemia já bem para trás -, o Ibovespa iniciou a série semanal positiva, em 24 de abril, abaixo dos 104 mil pontos, e na sessão de hoje fechou em alta de 1,80%, aos 112.558,15 pontos, com giro financeiro ainda reforçado para o padrão recente, a R$ 28,5 bilhões.

Nesta sexta-feira, oscilou dos 110.567,44 aos 113.069,55 pontos, após abertura a 110.568,40, atingindo o maior nível de encerramento desde 31 de janeiro, então aos 113,4 mil pontos. No intradia, também registrou hoje a melhor marca desde 1º de fevereiro. No acumulado da semana, virou para o positivo nesta última sessão, com avanço de 1,49% no intervalo, após leve ganho de 0,15% no período anterior. A recuperação semanal se iniciou ontem, quando o Ibovespa havia avançado 2,06% com retomada nos preços das commodities, que prosseguiu hoje tanto no petróleo como no minério, e a aprovação da elevação do teto de gastos nos Estados Unidos. No combinado dessas duas primeiras sessões de junho, o índice da B3 sobe 3,90%.

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Destaque nesta sexta-feira para o salto de Vale ON, em alta de 4,27% na sessão e avanço de 2,43% na semana. Nas duas primeiras sessões de junho, a ação da mineradora acumula ganho de 6,47% - no ano, ainda cede 21,88%. Petrobras ON e PN, por sua vez, subiram hoje 1,20% e 0,82%, respectivamente, encerrando a semana com ganhos de 1,26% e 1,42% no intervalo. As ações do setor financeiro, como as dos demais segmentos de peso no Ibovespa, também foram bem na sessão, com Bradesco (ON +2,62%) à frente entre as maiores instituições.

Na ponta da carteira Ibovespa nesta sexta-feira, Cosan (+7,90%), CSN (+4,91%), CSN Mineração (+4,47%) e Assaí (+4,45%). No lado oposto, Via (-10,36%), Magazine Luiza (-4,68%), Totvs (-4,19%) e Raia Drogasil (-3,60%). "As bolsas já abriram em alta, aqui e fora, refletindo a aprovação, também no Senado dos Estados Unidos, do acordo sobre o teto da dívida americana, uma aprovação já esperada, mas que reforça o otimismo", diz João Victor Britto, especialista da Blue3 Investimentos.

"Reação positiva com a proposta de elevação do teto da dívida americana seguindo agora para sanção, a assinatura do presidente Joe Biden, o que retira do radar a possibilidade de calote e reforça o apetite global por risco", acrescenta Paloma Brum, analista da Toro Investimentos, mencionando também o otimismo doméstico com relação ao PIB do primeiro trimestre, divulgado ontem. A leitura acima do esperado para a atividade econômica veio no momento em que o mercado já demonstrava ânimo mais favorável quanto às contas públicas desde a aprovação, na Câmara, do arcabouço fiscal, reforçando movimento de ajuste na curva de juros com a perspectiva de Selic menor no segundo semestre, observa a analista.

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"Pregão dos sonhos hoje com o kit Brasil, todo, funcionando: Bolsa fechando perto dos 2% de alta, dólar voltando para baixo da barreira dos R$ 5, e DI longo despencando, com os vértices de 2030 e 2031 caindo mais de 1%, voltando a patamares não vistos desde o período pré-eleição de outubro passado", diz Wagner Varejão, especialista da Valor Investimentos. "Pregão muito bom para os ativos brasileiros, com a remoção do risco de cauda relacionado à dívida americana, um problema empurrado com a barriga por mais alguns anos", acrescenta.

Apesar do otimismo que prevaleceu hoje, e considerando o quanto de expectativa positiva já foi para o preço dos ativos, o quadro para o desempenho das ações na B3 no curtíssimo prazo está, de maneira geral, dividido entre alta e estabilidade, segundo o Termômetro Broadcast Bolsa desta sexta-feira. Entre os participantes, 44,44% esperam ganhos para o Ibovespa na próxima semana e outros 44,44% preveem variação neutra. Apenas 11,12% acreditam que a Bolsa terá perda na semana que vem, mais curta com o feriado de Corpus Christi. No levantamento anterior, 50,0% esperavam ganhos, 37,50%, estabilidade, e 12,50% antecipavam perdas para a Bolsa na semana que agora termina.

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