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Ibovespa ignora NY e sobe quase 1%, aos 125 mil pontos, de olho em China

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Após operar indefinido no início da sessão desta quinta-feira, 13, o Ibovespa ganhou tração e ignora a queda dos índices acionários em Nova York e do petróleo. O avanço ocorre ainda a despeito da elevação do viés para cima nos juros futuros. Apesar da queda de 0,2% no volume de serviços em janeiro ante dezembro, resultado negativo mais intenso do que a mediana de -0,1% das expectativas do mercado financeiro, o setor ainda demonstra que a atividade está aquecida quanto se olha o acumulado em 12 meses, por exemplo.

O investidor avalia o balanço da CSN no quarto trimestre, no momento em que começou cobrança das tarifas sobre aço e alumínio pelo governo dos Estados Unidos.

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Em meio à cobrança de tarifas ao setor pelos Estados Unidos, Henrique Lenzi, operador de renda variável da Manchester Investimentos, destaca que há indícios de que a China pretende aumentar o consumo de produtos siderúrgicos, o que tende a beneficiar o Brasil. Além de CSN que avança 9,21%, CSN Mineração sobe 11,55%. Já Vale tinha alta de 1,60% e Usiminas PNA, 1,19%. Gerdau virava para o positivo, a 0,55%.

O Ibovespa tinha elevação de 0,99%, aos 125.088,24 pontos, na máxima, após ceder 0,22%, na mínima aos 123.589,56 pontos.

Destaque ainda às ações da Petrobras, com ganhos de 0,88% (PN) e 0,98% (ON), apesar do recuo do petróleo. O minério avançou 0,45% hoje em Dalian, na China.

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Nos EUA, saiu nesta quinta-feira o PPI (inflação ao produtor) de fevereiro, que ficou estável, depois de ontem o CPI (inflação ao consumidor) ter mostrado um resultado aquém do esperado, a poucos dias da decisão sobre juros pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos).

Os dados reforçam as apostas de que o Fed cortará o juro três vezes neste ano, começando em junho. Para a decisão da semana que vem, espera-se manutenção das taxas.

O fiscal também fica no foco após o governo brasileiro incluir novos gastos no orçamento deste ano com PAC, MST e órgãos controlados pelo Centrão a poucos dias da votação da peça orçamentária na semana que vem.

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Ontem, conforme apurou o Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado), o governo propôs alterações na Lei Orçamentária Anual (LOA) deste ano para acomodar a ampliação do programa de Auxílio-Gás. Entre elas, um corte de R$ 7,7 bilhões no Bolsa Família.

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