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Ibovespa fecha em alta de 0,68%, aos 131,1 mil pontos, na véspera do 'Dia da Libertação'

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Na véspera do Dia da Libertação - como a quarta-feira, 2 de abril, está sendo tratada, nos Estados Unidos, pelo governo Donald Trump -, o Ibovespa encontrou nesta terça-feira pernas próprias para se descolar da cautela externa, em alta de 0,68%, aos 131.147,29 pontos. Da mínima à máxima da sessão, foi dos 130.080,54 aos 131.982,29 pontos, saindo de abertura aos 130.266,57. O giro financeiro subiu a R$ 24,7 bilhões nesta terça-feira que antecede o anúncio de tarifas recíprocas nos EUA, que prometem abalar o alicerce das trocas internacionais no momento em que os agentes de mercado seguem atentos a sinais de desaceleração da atividade global.

A cautela maior com a economia norte-americana tem resultado, nas últimas semanas, em rotação de ativos do principal mercado, Nova York, para outras praças financeiras, beneficiando inclusive o Brasil. Em Nova York, o dia foi de variação contida para os principais índices de ações, entre -0,03% (Dow Jones) e +0,87% (Nasdaq) no fechamento da sessão. Por aqui, o dólar à vista cedeu 0,40%, a R$ 5,6824, e a curva de juros doméstica também teve ajuste de baixa nesta terça-feira.

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Na B3, o dia foi de alinhamento positivo para a maioria das blue chips, apesar de alguma perda de dinamismo nesses papéis ao longo da tarde. Assim, Petrobras ON, que chegou a subir mais de 3% no melhor momento, fechou ainda em alta de 0,51%, enquanto a PN avançou 0,38%.

Vale ON, por sua vez, teve alta de 0,86% e, entre os grandes bancos, as variações ficaram entre -0,16% (Bradesco PN) e +0,54% (Bradesco ON). Na ponta ganhadora, Assai (+5,57%), Telefônica Brasil (+4,96%) e Localiza (+4,50%). No lado oposto, Natura (-7,91%), Braskem (-3,45%) e Azul (-2,74%). Na semana, o Ibovespa ainda cede 0,57% e, no ano, avança 9,03%.

Destaque da agenda externa pela manhã, em fevereiro o número de vagas de emprego que permaneciam em aberto nos EUA, conforme o relatório Jolts - uma das métricas sobre o trabalho acompanhadas de perto pelo Federal Reserve -, registrou leve queda, com cerca de 7,6 milhões de oportunidades, um pouco abaixo do número de janeiro. A redução foi puxada, principalmente, pelos setores de varejo, serviços financeiros, hospitalidade e restaurantes, áreas tradicionalmente dinâmicas.

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"Apesar de uma leve queda no número de vagas, a taxa de vacância e a taxa de demissões voluntárias permanecem baixas, o que indica um equilíbrio entre a oferta e a demanda por trabalho" nos Estados Unidos, destaca Sidney Lima, analista da Ouro Preto Investimentos.

Mais do que a detalhes observados na agenda do dia, a sessão foi pautada pela expectativa para o anúncio, na quarta-feira, das tarifas prometidas por Trump nos EUA, com "potencial para mudança na dinâmica econômica", observa Pedro Caldeira, sócio da One Investimentos. "Aqui, o dia foi um pouco mais positivo, com a queda na curva de juros favorecendo a demanda por certos papéis", como parte dos associados ao ciclo doméstico.

"Com foco em Trump e no que poderá vir a fazer, tem havido uma diminuição da exposição dos investidores a Estados Unidos, uma realocação de ativos que tem beneficiado também o Brasil", diz Rodrigo Moliterno, head de renda variável da Veedha Investimentos. Ele destaca também a performance positiva dos preços do minério na China, que puxou o setor metálico na sessão, e a recuperação observada em ações do setor de petróleo.

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