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Ibovespa cai com ações metálicas e NY, apesar de alta do petróleo; IOF segue no foco

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O Ibovespa cai em sintonia com as bolsas norte-americanas e o minério de ferro, apesar da alta em torno de 1,50% do petróleo. Investidores esperam ata do Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), que sairá às 15 horas, para balizar apostas para a política monetária norte-americana. Recuo nas ações ligadas ao minério, que cedeu 0,14% na China, são destaques de baixa.

"Não há novidades. Estão realizando lucros, esperando para ver o tom da ata do Fed", diz Rubens Cittadin, operador de renda variável da Manchester Investimentos.

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O documento do BC dos EUA é referente à reunião de política monetária de maio, quando os juros foram mantidos entre 4,25% e 4,50% ao ano.

Aqui no Brasil, espera-se a divulgação do Caged de abril, às 15h30, e ainda o mercado se depara com o pedido de recuperação judicial da Azul nos EUA anunciado hoje.

Aqui, a pressão sobre a derrubada do decreto do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), para uma série de operações, anunciado na semana passada, também fica no foco. Por isso, fica no foco a reunião do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, nesta manhã, com representantes dos quatro maiores bancos privados do País e com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban).

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Mesmo após o governo ter recuado em parte dos aumentos das alíquotas do IOF - sobre os investimentos de fundos brasileiros em ativos no exterior e as remessas destinadas a investimentos -, a pressão para derrubar o decreto é crescente. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) articula com o setor produtivo a derrubada do decreto.

Para a MCM4intelligence, apesar da pressão, Haddad e o decreto do IOF ainda têm chance de sobreviver. A possibilidade de ter que aumentar em mais R$ 4 bilhões o bloqueio a emendas parlamentares, além dos R$ 7,8 bilhões já bloqueados na semana passada, é a principal tábua de salvação do aumento do IOF, pontua em nota.

Após renovar nível histórico durante a sessão de ontem, aos 140.381,93 pontos, o Ibovespa fechou com ganho de 1,02%, aos 139.541,23 pontos. "Tivemos um dia de euforia e contexto positivo nos Estados Unidos com a prorrogação das taxas à União Europeia, mercado americano subindo, IPCA-15 abaixo do esperado", descreve em nota Alison Correia, analista de investimentos e cofundador da Dom Investimentos.

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Em meio ao pedido de recuperação judicial da Azul nos Estados Unidos, as ações da empresa chegaram a cair mais de 10% e agora recuam 2,80%. Apesar da alta do petróleo, Petrobrás zerava a valorização de mais cedo. Vale cedi 0,62%, em meio ao recuo de 0,14% do minério de ferro hoje em Dalian, contaminando todos os papéis do setor de metais. Ações de grandes bancos também cedem.

Às 11h13, o Ibovespa cedia 0,46%, aos 138.897,75 pontos, ante recuo de 0,53%, na mínima aos 138.796,60 pontos, depois de máxima em 139.546,93 pontos.

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