Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Ibovespa avança a nível histórico de olho em China e chance de corte de juro nos EUA

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O Ibovespa sobe e renovou marca histórica durante a sessão desta terça-feira, 13, após o nível inédito alcançado no pregão da ultima quinta-feira (137.634,57 pontos). Há pouco, subiu 1,11% e atingiu 138.076,98 pontos.

Em Nova York as bolsas também avançam apesar do rali na véspera após o acordo preliminar sobre tarifas entre Estados Unidos e China. A exceção é o Dow Jones, que cai em torno de 0,30%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Mesmo batendo essas máximas históricas, está com valuation barato. Os preços não está compatíveis com os lucros apresentados por algumas empresas", avalia Felipe Moura, analista da Finacap.

A alta é motivada principalmente pela elevação de papéis ligados a commodities, na esteira do minério de ferro e com investidores digerindo acordos entre o Brasil e a China.

Além disso, nos EUA o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) de abril com altas inferiores às esperadas eleva a possibilidade de queda do juro norte-americano pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O CPI ajuda na questão das expectativas de corte", pontua o estrategista-chefe do Grupo Laatus, Jefferson Laatus.

O indicador norte-americano subiu 0,2% em abril ante março (após queda em março) e teve avanço de 2,3% em relação ao quarto mês de 2024. A média das expectativas de analistas era de 0,3% e 2,4%, respectivamente. O dado vem na esteira do tarifaço de Donald Trump.

"O CPI veio em linha/levemente abaixo do esperado. O mercado ficou mais animado, precificando que o Fed deve cortar os juros duas vezes em 2025. Isso deve ajudar bastante alguns mercados como o Brasil, que vai poder cortar os juros antes", avalia Bruno Takeo, estrategista da Potenza Capital.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os investidores ainda digerem a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) relativa ao encontro da semana passada, quando a Selic foi elevada em 0,50 ponto porcentual, para 14,75% ao ano, e balanços como o da Petrobras.

"Mantemos a avaliação que fizemos após a reunião do Copom, na semana passada: o plano atual do Comitê parece ser manter a taxa Selic inalterada nas próximas reuniões, ainda que sem um compromisso firme nesse sentido", avalia o economista-chefe da XP, Caio Megale, em relatório.

Na semana passada, para muitos o comunicado do Copom não indicou o próximo passo da Selic. Para o economista-chefe do BV, Roberto Padovani, na ata o discurso do BC não mudou muito em relação ao comunicado passado, deixando as portas abertas para uma eventual alta adicional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para a economista-chefe da SulAmérica Investimentos, Natalie Victal, a ata indica um BC querendo parar o ciclo de alta. "Quanto a projeções mantemos 14,75% para 2025. E achamos que o debate quanto a espaço para cortes é prematuro. O cenário interno - e agora também o externo - segue muito desafiador para a convergência da inflação para meta", disse.

Entre os balanços informados ontem, a Petrobras divulgou lucro líquido de R$ 35,2 bilhões no primeiro trimestre deste ano, revertendo prejuízo de R$ 17,04 bilhões do trimestre anterior. A estatal informou ainda a distribuição de dividendos e juros sobre capital próprio (JCP) intercalares no valor de R$ 11,72 bilhões, a R$ 0,90916619 por ação, com data de 'ex-direito' em 3 de junho. A Petrobras realiza teleconferência de resultados às 12h.

Também divulgaram seus balanços trimestrais a Telefônica, Direcional, Hapvida, IRB, Itaúsa, Natura, Sabesp, Yduqs, Brava e Even. Nubank e JBS estão entre as dez empresas e bancos que divulgam balanços, após o fechamento da B3.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Às 11h35, as ações da Petrobras tinham sinais distintos: PN subia 0,03% e ON cedia 1,65%. O petróleo, por sua vez, avançava perto de 2,00%. Vale subia 1,31%, com o minério de ferro tendo fechado com alta de 1,06% em Dalian. No mesmo horário, o Ibovespa tinha elevação de 1,12%, aos 138,172,92 pontos, na máxima, vindo de abertura aos 136.565,15 pontos, perto da mínima. Ontem, o Índice Bovespa fechou com valorização de 0,04%, aos 136.563,18 pontos.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline