Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

IBGE avalia que 2024 foi ano bem forte para o varejo

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O comércio varejista brasileiro teve um ano de 2024 "forte", marcado por sucessivas renovações de recorde de vendas, embora o contexto do primeiro semestre tenha sido mais favorável do que o do segundo, quando houve redução de ritmo. A avaliação é do gerente da Pesquisa Mensal do Comércio no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Cristiano Santos.

O comércio varejista cresceu 4,7% em 2024, melhor desempenho desde 2012, quando houve uma expansão de 8,4%. Além disso, foi o oitavo ano consecutivo com crescimento no volume vendido. Em 2023, o varejo tinha expandido 1,7%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

"Esse é um ano bem forte, se comparado a 2023", disse Santos.

O comércio varejista ampliado - que inclui as atividades de veículos, material de construção e atacado alimentício - cresceu 4,1% em 2024, melhor desempenho desde 2021, quando havia expandido 4,5%.

Santos lembrou que a expansão nas vendas no ano passado levou a série com ajuste sazonal a novos níveis recordes sucessivos, até o ápice alcançado em outubro. Até então, o recorde anterior residia no ano de 2020, no processo de recuperação pós-choque da pandemia de covid-19.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Essa também é uma característica do ano de 2024 que mostra o quão forte ele foi", disse Santos. "Porém, esse desempenho positivo é desigual entre as atividades", completou.

Oito das 11 atividades pesquisadas no varejo ampliado fecharam 2024 com expansão: Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (14,2%), Veículos e motos, partes e peças (11,7%), Outros artigos de uso pessoal e doméstico (7,1%), Material de construção (4,7%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (4,6%), Móveis e eletrodomésticos (4,2%), Tecidos, vestuário e calçados (2,8%) e Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (0,7%).

As três atividades com perdas foram Combustíveis e lubrificantes (-1,5%), Atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo (-7,1%) e Livros, jornais, revistas e papelaria (-7,7%).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Santos diz que o grande destaque positivo foi o setor farmacêutico, único a sustentar também oito anos de crescimento ininterrupto. Em 2024, tanto o subsetor de produtos farmacêuticos quanto o de perfumaria e cosméticos registraram alta nas vendas.

Houve também saldo positivo relevante para a atividade de outros artigos de uso pessoal e doméstico, que inclui as lojas de departamento.

Segundo Santos, o setor vinha de dois anos de impactos negativos de uma crise contábil em grandes redes, com lojas fechadas, e 2024 foi um ano de retomada para a atividade. "Teve muitas lojas fechadas no País todo, então teve essa retração (em 2022 e 2023), e nesse ano é ano de retomada para esse setor", resumiu.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline