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IBC-Br cresce 0,8% em março; alta no primeiro trimestre chega a 1,3%

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O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), conhecido como a prévia do Produto Interno Bruto (PIB), cresceu 0,8% em março, na comparação com fevereiro e na série com ajuste sazonal, informou a autarquia nesta segunda, 19. O resultado foi semelhante ao teto da pesquisa Projeções Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) (0,81%). A mediana era de 0,3%, e o piso, de queda de 0,6%. Com o resultado, a alta no primeiro trimestre chega a 1,3%.

O BC revisou os resultados do índice de fevereiro (0,43% para 0,52%), janeiro (0,92% para 1,01%) e dezembro (-0,63% para -0,53%).

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Na comparação com março de 2024, o IBC-Br total cresceu 3,49% na série sem ajuste sazonal - acima da mediana da pesquisa Projeções Broadcast, de 2,7%. As estimativas do mercado iam de 0,7% a 4,4%. Em fevereiro, o indicador havia avançado 4,07%. Na soma de 12 meses, o IBC-Br total cresceu 4,17%.

Excluindo os efeitos do agro, a alta é de 3,95%. O indicador próprio do setor agro avança 7,20% nesta mesma base. O índice de serviços avança 3,90% em 12 meses, e o da indústria, 3,23%.

Por setor

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Conforme o BC, o indicador da agropecuária aumentou 1,05%, após uma elevação de 3,44% no mês anterior. Já o índice de serviços aumentou 0,30%, depois de ter crescido 0,21% no mês anterior; o da indústria cresceu 2,15%, após baixa de 0,42% um mês antes.

Para Rodolfo Margato, economista da XP Investimentos, a safra recorde de soja foi um fator crucial para o avanço de 1,3% do IBC-Br no primeiro trimestre. Ele destaca a evolução de 6,1% do setor agropecuário nos primeiros três meses do ano, além de lembrar o crescimento dos setores de serviços (0,7%), indústria (1,06%) e impostos (0,7%) nos avanços mensais.

André Valério, economista sênior do Inter, também destacou o impulso dado pelo agronegócio, mas fez uma ponderação. "Tivemos uma grande influência do agro, novamente, mas o desempenho da indústria também surpreendeu no IBC-Br", observa. O economista destaca ainda que houve uma discrepância nos dados da indústria apresentados pelo IBC-Br em relação aos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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Economia aquecida

João Savignon, head de macroeconomia da Kínitro, disse que o crescimento do setor agropecuário está dentro do esperado. Ele destacou que os dados dos demais setores mostram que a economia brasileira segue aquecida. "Havia essa dúvida, se o crescimento estaria todo concentrado nos efeitos da produção recorde de soja", diz o economista. (COLABORARAM DANIEL TOZZI MENDES, GABRIELA JUCÁ e ANNA SCABELLO)

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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