Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Haddad pede pressão popular para Congresso aprovar isenção de IR a salários de até R$ 5 mil

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, aproveitou a passagem por um centro de logística do Mercado Livre em Cajamar (SP) para instigar a pressão popular pela aprovação do projeto que prevê isenção do imposto de renda a salários de até R$ 5 mil.

"Nós mandamos um projeto para o Congresso Nacional, e é importante você falar com o deputado, com a deputada, com o senador, senadora, em quem você votou, em quem você confia", declarou o ministro ao discursar a trabalhadores do Mercado Livre.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

O ministro da Fazenda destacou que, uma vez aprovado o projeto, a isenção do imposto de renda poderá representar, ao fim de um ano, o décimo quarto salário, a depender da faixa de renda do trabalhador. Haddad defendeu em seu discurso a tributação da alta renda para compensar a renúncia que o governo fará ao ampliar a faixa de isenção do imposto de renda, de modo que não faltem recursos a programas sociais.

"Por isso que a lei determina que haja uma compensação. E é muito legal vocês pararem para pensar qual é a compensação que a gente desenhou. A compensação é: quem ganha mais de R$ 1 milhão por ano - quer dizer, R$ 100 mil por mês - vai pagar 10% de imposto de renda", disse Haddad.

O ministro frisou que a cobrança de 141 mil brasileiros com renda mensal superior a R$ 100 mil vai beneficiar 10 milhões de pessoas que ganham até R$ 5 mil, além de outros 5 milhões que recebem até R$ 7 mil reais, beneficiados por descontos no tributo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Vejam vocês o quanto esse país é desigual e injusto. Cobrando o mínimo de 141 mil nós vamos favorecer 15 milhões de pessoas. É como se para cada pagador você tivesse 100 brasileiros beneficiados. Essa é a equação que nós fechamos", assinalou Haddad.

Haddad também falou sobre o crédito consignado lançado pelo governo a quem trabalha no setor privado, enfatizando que, sem o instrumento, os trabalhadores teriam que pagar de duas a três vezes a mais do que seria razoável para ter acesso a crédito. Os bancos públicos, conforme salientou Haddad, estão emprestando nessa modalidade a 2,5%. "Quando entrar a concorrência dos bancos privados e a coisa ficar mais forte, nós podemos ter taxas ainda menores", disse o ministro.

Contatos: eduardo.laguna@estadao.com; geovani.bucci@estadao.com

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline