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Haddad: ficou para trás padrão do governo anterior, de cada dia um preço de combustível

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira, 15, que é governo deve ter uma postura de cautela no debate sobre o preço dos combustíveis, depois de ser questionado sobre as repercussões do conflito entre o Irã e Israel no valor do p

Amanda Pupo, Fernanda Trisotto e Giordanna Neves (via Agência Estado)

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Escrito por Amanda Pupo, Fernanda Trisotto e Giordanna Neves (via Agência Estado)
Publicado em 15.04.2024, 15:50:00 Editado em 15.04.2024, 15:56:08
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta segunda-feira, 15, que é governo deve ter uma postura de cautela no debate sobre o preço dos combustíveis, depois de ser questionado sobre as repercussões do conflito entre o Irã e Israel no valor do petróleo. Em entrevista à GloboNews, Haddad criticou a atuação do governo Bolsonaro sobre o tema, e defendeu que a nova política da Petrobras respeita a governança da empresa sem permitir uma oscilação grande de preço nas bombas.

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"Padrão do governo anterior, de que a cada dia se pagava um preço do combustível no posto, ficou para trás", disse Haddad.

O ministro afirmou ainda que o patamar do dólar "passou o ano inteiro" abaixo de R$ 5, e defendeu que, "daqui a pouco", essa situação voltará ao normal, uma vez que a cotação nesta segunda-feira chegou a R$ 5,20. "Tem que ter um pouco de cautela e não sair retroalimentando o problema, temos que ter cautela", disse.

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Prates e Petrobras

Haddad destacou ainda que apenas levou posicionamentos técnicos ao presidente da República no debate sobre a Petrobras, ao ser questionado sobre seu papel na continuidade de Jean Paul Prates no comando da estatal.

"Quando você é chamado para colaborar numa divergência, você leva posicionamento técnico, você não entra no jogo, porque senão só piora a situação, tem que entrar com dados para que governo forme o melhor juízo", respondeu Haddad na entrevista à GloboNews, reforçando que a decisão sobre a presidência da Petrobras cabe exclusivamente ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

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O ministro da Fazenda disse ainda que "a pior coisa que um ministro pode fazer" é trabalhar para solapar ou fortalecer alguém por "simpatia" a quem está no cargo.

"O que fizemos o tempo todo foi levar ao presidente nosso posicionamento técnico", disse Haddad.

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