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Haddad: Brasil tem que crescer acima da média mundial; movimento corrigirá 'distorções'

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira, 19, que o Brasil precisa crescer acima da média mundial e avaliou que isso será inevitável se os Poderes trabalharem "bem". "O Brasil tem que crescer acima da média mundial, no mínimo a

Amanda Pupo e Fernanda Trisotto (via Agência Estado)

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Escrito por Amanda Pupo e Fernanda Trisotto (via Agência Estado)
Publicado em 19.12.2023, 18:34:00 Editado em 19.12.2023, 18:37:51
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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira, 19, que o Brasil precisa crescer acima da média mundial e avaliou que isso será inevitável se os Poderes trabalharem "bem". "O Brasil tem que crescer acima da média mundial, no mínimo a gente tem que crescer igual à média. Mas, se trabalharmos bem, não tem como não crescer acima da média. São duas coisas que temos que nos fixar. Mas isso tudo depende do trabalho conjunto entre Executivo, Legislativo e Judiciário", disse Haddad, a jornalistas ao comentar a elevação da nota de crédito do Brasil pela S&P Global Ratings. Na avaliação do ministro, o crescimento da economia brasileira e o novo arcabouço fiscal irão garantir "ambiente de estabilidade", junto da recomposição da base fiscal do Estado. "Temos um marco fiscal elogiado por economistas de várias escolas. Temos de recompor a base fiscal do Estado brasileiro, que foi dilapidada. Foram anos de dilapidação. Você repondo isso, as coisas se estabilizam. E o próprio crescimento da economia acaba corrigindo essas distorções. Queremos uma trajetória de estabilidade", disse. Haddad, que voltou a elogiar o trabalho dos presidentes do Senado e da Câmara, Rodrigo Pacheco (PSD-MG) e Arthur Lira (PP-AL), observou que essa agenda depende também do Parlamento e do Judiciário, e que "cada passo" precisa ser negociado" com os Poderes. "Não é por decreto que vamos gerar esse equilíbrio. Temos de negociar cada passo dele com o Congresso, com o Judiciário. Não é algo que acontece do dia para noite. São dez anos de déficit primário, com exceção do ano passado, que foi

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, fruto de um calote, mas são dez anos de déficit. Estamos tentando resolver de uma vez por todas, mas isso exige negociação, não se faz por decreto", afirmou.

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