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Há 'fortes indícios' de que foco de gripe aviária está contido, diz ministro da Agricultura

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O ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, voltou a afirmar que há "fortes indícios" de que o foco de gripe aviária em uma granja comercial em Montenegro (RS), confirmado há uma semana, está contido. "Este vírus (H5N1) é bastante voraz e letal às aves. Apesar de estarmos em um sistema muito ativo de busca de casos, nenhuma outra ave morreu", explicou Fávaro a jornalistas após participar de encontro do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do presidente da Angola, João Lourenço, com representantes de produtores rurais nesta sexta-feira, 23. "Portanto, isso é um forte indício de que o caso está contido", afirmou o ministro.

Fávaro lembrou que o País entrou na quinta-feira no vazio sanitário, período de 28 dias necessário para o caso ser considerado concluído e o País retomar o status de livre de gripe aviária, caso novos focos não sejam confirmados. O prazo é contabilizado após a desinfecção total da área afetada.

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"Estamos no segundo dia dos 28 para podermos confirmar que não há mais focos. Se em nenhum lugar estão aparecendo animais vivos e mortos, em virtude de gripe aviária, é a certeza de que o foco está contido", afirmou o ministro. "Mas seguiremos com muita prudência e transparência", apontou.

Ao todo, há 12 investigações de suspeita de gripe aviária em andamento no País, conforme atualização mais recente da plataforma de Síndrome Respiratória e Nervosa das Aves, do Ministério da Agricultura, às 13 horas.

As investigações estão em andamento com coleta de amostra e sem resultado laboratorial conclusivo.

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De acordo com os dados da plataforma, duas investigações são em plantas comerciais: em uma granja de pintinhos de cinco dias em Ipumirim (SC) e em um abatedouro de aves em Aguiarnópolis (TO).

Em relação à suspeita investigada em aviário comercial em Santa Catarina, o ministro disse que há indício forte de que a suspeita é negativa para a doença. "Posso quase afirmar que é negativo. A contraprova de que é negativo é que os animais que conviveram com os animais supostamente contaminados não adoeceram. Essa é a maior comprovação que será negativo", disse Fávaro, em referência ao potencial altamente contagioso da gripe aviária.

Segundo o ministério, as análises das amostras da suspeita seguem em andamento. Na quinta, a Secretaria de Agricultura e Pecuária de Santa Catarina informou que a suspeita de gripe aviária em plantel comercial no Estado foi descartada, o que foi negado pelo ministério.

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Até o momento, há um caso confirmado de gripe aviária em granja comercial no País, em Montenegro, em um matrizeiro de aves na Região Metropolitana de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. No total, o País já registrou 164 casos da doença em animais silvestres no País (sendo 160 em aves silvestres e 4 em leões-marinhos), 3 focos em produção de subsistência, de criação doméstica, e 1 em produção comercial, somando 168 ao todo no País.

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