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Governo estuda pedir aos EUA exclusão de taxas para alimentos

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O governo brasileiro avalia pedir aos Estados Unidos a exclusão de alimentos do tarifaço de 50% sobre produtos importados nacionais, relataram pessoas que acompanham as tratativas ao Estadão/Broadcast. O tema está na mesa entre as propostas a serem apresentadas pelo Brasil ao governo americano.

No entanto, a prioridade no momento, reforçam esses interlocutores, é tentar esgotar as negociações com as contrapartes americanas sobre um eventual adiamento da alíquota ou, mesmo, a reversão da taxa. A tarifa está prevista para entrar em vigor na sexta-feira, 1º, mas ainda depende de publicação de um ato executivo pela Presidência dos EUA.

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Pessoas que acompanham as tratativas afirmaram ainda que as negociações bilaterais se encontram ainda em uma primeira fase para buscar entendimento quanto à data de entrada em vigor da tarifa e, até mesmo, quanto ao porcentual - um dos argumentos do lado brasileiro é o de que os Estados Unidos mantêm superávit comercial com o Brasil (esse valor chegou a US$ 1,7 bilhão no primeiro semestre).

Caso o tarifaço entre em vigor, contrapropostas como a exclusão dos alimentos da alíquota, negociação de cotas isentas para determinados produtos e contrapartidas brasileiras devem ser as alternativas apresentadas ao governo americano, mas em uma segunda etapa, apurou a reportagem.

Um dos interlocutores disse que uma negociação específica de setores deve surgir apenas se a reversão das tarifas não prosperar, como tentativa de minimizar os impactos ao segmento exportador, sobretudo às cadeias mais afetadas como de carne bovina, café, suco de laranja, frutas e pescados.

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Diálogo

As tratativas com os EUA são conduzidas pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, que conversa com o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick. Uma pessoa que acompanha o dia a dia na Esplanada avaliou que o diálogo ganhou tração ao longo dos últimos dias, e que o governo ainda "não jogou a toalha".

Mais cedo, a assessoria de Alckmin afirmou, oficialmente, que a prioridade do governo continua sendo a negociação geral em torno da tarifa de 50% anunciada por Donald Trump, e não a exclusão de setores específicos, como alimentos e a Embraer.

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As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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