Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Galípolo: há anos que projeções de crescimento vêm sendo revistas sistematicamente para cima

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O diretor de Política Monetária do Banco Central e indicado à presidência da instituição a partir de 2025, Gabriel Galípolo, reconheceu que há anos as projeções de crescimento do Brasil vêm sendo revistas "sistematicamente ao longo do ano para cima, surpreendendo positivamente em relação a crescimento".

"Esse ano não foi diferente. Existem diversos estudos que tentam explicar porque tem acontecido isso. Uma tendência é que o PIB potencial do Brasil teria sido elevado por reformas recentes, mas a mensuração do ganho de produtividade costuma ser mais difícil de apontar de forma evidente, é mais evidente no agro", disse Galípolo durante sua sabatina na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado nesta terça-feira.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Segundo Galípolo, "o próprio FMI fez uma revisão agora elevando o que se entende ser o PIB potencial". O indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à presidência do Banco Central afirmou que "existe uma correlação com a questão da política fiscal e o nível de atividade econômica, não apenas olhando o volume de estímulo fiscal, mas a composição fiscal qualitativa da política fiscal".

Ele argumentou que "sempre que isso acontece, a propensão a consumir tende a se elevar". "Quando redistribui renda, tem um efeito para consumo e isso se adequa ao que a gente vem assistindo", completou.

Galípolo chamou de uma "modernização e adequação às melhores práticas" a mudança sobre as metas de inflação e lembrou que o Banco Central já trabalha com essa alteração de meta contínua. Ele ressaltou que a "inflação de 2024 é bastante relevante", e reiterou que o um horizonte relevante do BC é mais à frente. Na última reunião do Copom, o horizonte na mira do BC foi o 1º trimestre de 2026.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O horizonte relevante que estamos olhando é mais para frente. Tem uma desancoragem que não foi alterada na última pesquisa Focus e que nos incomoda. Em conjunção com essas diversas variáveis - expectativas desancoradas, mercado de trabalho mais apertado, condições que parecem adversas de um câmbio que parece permanecer mais desvalorizado do que há um tempo atrás e uma economia crescendo acima das projeções originais - recomendaram maior prudência sobre a política monetária", declarou.

Galípolo foi questionado pela senadora Rosana Martinelli (PL-MT) se o Brasil está em dominância fiscal. Também foi questionado pelo senador Izalci Lucas (PL-DF) sobre se as críticas de Lula ao atual presidente do BC, Roberto Campos Neto, foram justas.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV