Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Galípolo: Agro explica parte da alta do PIB 2023 quase 3 vezes acima e com desinflação

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O diretor de Política Monetária do Banco Central, Gabriel Galípolo, disse que o forte desempenho do agronegócio ajuda a explicar por que o Brasil teve um crescimento três vezes maior que o inicialmente previsto no ano passado, acompanhado por desaceleração da inflação.

"O agro consome menos hiato. Contribui entregando mais produção, ajudando no processo de desinflação", disse Galípolo durante palestra no evento Hora da Retomada, promovido pelo Money Report, em São Paulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Ele ressaltou, porém, que pode haver outros fatores ainda não percebidos contribuindo para o crescimento econômico e a desaceleração da inflação, e que explicariam a dificuldade em projetar o desempenho destas duas variáveis pelos especialistas.

"Existem fatores que são próprios do Brasil, mas acho que tem fatores globais que precisam ser levados em conta nessa dificuldade de explicação. Não são surpresas só decorrentes do fato de que existe discrepância entre o que se previa e ocorreu, mas discrepância na correlação entre variáveis", afirmou.

As guerras, segundo Galípolo, podem ser um dos fatores que exerce um efeito ainda não inteiramente compreendido sobre a economia, assim como as tensões geopolíticas e seus efeitos secundários, como a alteração nas cadeias logísticas e produtivas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"A questão da guerra pode ter efeito mais duradouro, como o reshoring. As tensões geopolíticas passaram a influenciar decisões de investimento", afirmou

"Eu acho que nesse cenário de realocação das cadeias produtivas e de tensões geopolíticas, com as características que o Brasil tem e com o ciclo de política monetária nosso e dos países avançados, o Brasil tem bastante chance para se apresentar como um caso de eleição para recepção de boa parte desses recursos", acrescentou Galípolo.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV