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Fortuna dos bilionários no mundo cresce 121% em 10 anos, para US$ 14 trilhões, mostra relatório

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A fortuna dos bilionários no mundo cresceu 121% nos últimos dez anos e o número de afortunados teve um incremento de 50%. Os dados são do Relatório Billionaire Ambitions do UBS Wealth Management (UBS WM), divulgado nesta quinta-feira, 5, globalmente.

Entre 2015 e 2024, a riqueza dos super-ricos aumentou de US$ 6,3 trilhões para US$ 14,0 trilhões, mostrando um crescimento muito acima do que o ganho de 73% do índice MSCI AC World de ações globais.

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O número de bilionários passou de 1.757 em 2015 para 2.682 em 2024, pouco abaixo do pico de 2.686 em 2021, segundo o estudo. Todos os dados deste ano referem-se a abril.

Segundo o relatório, um dos segmentos que mais contribuiu para a expansão do "clube" dos super-ricos foi o ligado a tecnologia.

Os empreendedores do setor trouxeram um "crescimento mais rápido da riqueza do que qualquer outro setor, triplicando de US$ 788,9 bilhões em 2015 para US$ 2,4 trilhões em 2024".

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O segundo setor de destaque em aumento da riqueza foi o industrial. Juntos, os bilionários desse segmento tinham US$ 480,4 bilhões em 2015. Em 2024, US$ 1,3 trilhão. O crescimento foi alavancado por investimentos estratégicos de países que buscavam fortalecer sua competitividade, apostando especialmente na chamada economia verde. As intervenções na política industrial também têm beneficiado empresas tecnologicamente avançadas, como as dos setores aeroespacial, de defesa e de veículos elétricos.

Por outro lado, o setor imobiliário ficou para trás. Os bilionários desse segmento acompanharam o desempenho geral até 2017, mas têm mostrado resultados inferiores desde então, devido a uma combinação de fatores, como a correção do mercado imobiliário na China, os impactos da pandemia de covid-19 em determinadas áreas do mercado imobiliário comercial e o aumento das taxas de juro nos EUA e na Europa a partir de 2022.

A China, inclusive, foi destaque entre 2015 e 2020. A riqueza dos bilionários mais do que dobrou nesse período, aumentando 137,6% de US$ 887,3 bilhões para US$ 2,1 trilhões. Desde então, entretanto, caiu 16% para US$ 1,8 trilhão.

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