Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Fitch: América Latina enfrenta crescente incerteza externa com Trump, e espaço fiscal se reduz

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

Em meio a anúncios de tarifas comercias, retaliações e deportações em massa dos Estados Unidos, os países da América Latina enfrentam crescentes incertezas externas em 2025, alertou nesta terça-feira, 4, a agência de classificação de risco Fitch. E para complicar, os países da região estão com alcance limitado para responder com estímulos fiscais e monetários.

"Ameaças de tarifas dos EUA e políticas de imigração apresentam riscos ao crescimento da América Latina", ressalta relatório da Fitch. Dólar mais forte e juros elevados nos EUA por mais tempo devem elevar os custos de empréstimos para governos e empresas da região, além de poder pressionar as moedas e fazer os bancos centrais ficarem mais cautelosos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Esse quadro de aumento de incertezas externas e alta dos encargos da dívida em determinados países pode causar um "acúmulo de pressões de crédito negativas", embora a maioria das perspectivas de classificação atualmente seja "estável", como a do Brasil, ressalta a Fitch. Dos países da região, cinco têm perspectivas "positivas" para o rating - Aruba, Costa Rica, República Dominicana, Guatemala e Jamaica - e nenhum tem perspectiva "negativa".

Em termos de perspectiva de crescimento para a América Latina, a Fitch observa que a retomada da Argentina vai contribuir para uma "ligeira aceleração" do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) regional em 2025, para 2,2%. Já o México, "enfrenta sérios riscos devido ao crescente protecionismo comercial dos EUA".

Para o Brasil, a expectativa é que o crescimento vai ter desaceleração diante da crescente inflação, aperto monetário e incertezas fiscais. Brasil, Bolívia, Colômbia e Panamá têm os maiores déficits fiscais previstos para 2025, alerta a Fitch.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O ambiente de crescimento moderado das economias, preços de commodities mais suaves, pressões de gastos sociais e alívio limitado de taxas de juros estão "nublando as perspectivas de consolidação fiscal" para a região, conclui a agência de classificação de risco.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline