Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Febraban: PIB de 2023 revela que fazer dever de casa traz resultado positivo

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

O presidente da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), Isaac Sidney, afirmou neste sábado, 2, que o crescimento de 2,9% do Produto Interno Bruto (PIB) do País no ano passado é resultado do "dever de casa" feito pelo governo federal e pelo Congresso. De acordo com ele, o Brasil precisa seguir a agenda de reformas e também reverter a tendência de queda dos investimentos para que o crescimento se repita de forma sustentável.

"O PIB de 2023 respondeu a uma série de ações do Governo e do Congresso, revelando que fazer o dever de casa sempre traz resultados positivos. O Brasil foi capaz de reduzir as incertezas que permeavam o cenário pessimista do início do ano passado, a partir do avanço da pauta econômica e da estabilidade política", disse ele, através de nota.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

Entre os exemplos, Sidney mencionou a aprovação do novo marco fiscal que disciplina o crescimento das despesas do governo, e também a reforma tributária sobre o consumo e agendas microeconômicas, como o novo marco das garantias, que era uma antiga reivindicação dos bancos. Segundo ele, essas ações melhoraram as expectativas, o que abriu espaço para que o Banco Central começasse a reduzir a taxa Selic, que hoje está em 11,25% ao ano.

"Certo é que, só com um trabalho sério, focado e comprometido com os fundamentos econômicos, o país gera perspectivas de ganhos de eficiência e de mais produtividade para nossa economia. É o que precisamos continuar a fazer e o setor bancário está pronto a contribuir para o desenvolvimento econômico", afirmou ele.

Os dados do PIB de 2023 foram divulgados na sexta-feira, 1º, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Mesmo com a estagnação da atividade no quarto trimestre, o número do ano veio bem acima das previsões vistas no início de 2023, quando o mercado projetava um crescimento da ordem de 1%. O impulso positivo veio de setores como a agropecuária, com alta de 15,1%, e da indústria extrativa, que cresceu 8,7%. Por outro lado, os investimentos caíram 3%, o que Sidney afirmou ser um ponto de atenção.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Por isso, consideramos que é fundamental que essa trajetória seja revertida o mais breve possível, o que será crucial para que o país consiga crescer de forma sustentável, sem gerar pressões inflacionárias no futuro", disse ele.

Para este ano, a Febraban espera uma alta de 2% no PIB em relação a 2023, com a redução da Selic ajudando no consumo das famílias e nos investimentos, fatores que devem compensar o menor desempenho do agro. Ou seja, o crescimento deve ser mais difundido entre diferentes segmentos.

"Contudo, não podemos ficar parados. É imprescindível que o País siga com sua agenda de reformas econômicas, de modo a garantir a sustentabilidade fiscal e o aumento da produtividade da economia", finaliza o presidente da Febraban.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV