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Exxon e Shell apontam impacto na produção de petróleo e gás no 1º tri devido à guerra

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A norte-americana Exxon Mobil estima que a guerra no Irã reduziu sua produção global de petróleo e gás em 6% no primeiro trimestre, após o fechamento do Estreito de Ormuz e ataques a ativos de gás em março, enquanto a britânica Shell disse que sua produção de gás natural para o mesmo período será menor do que o esperado.

Os ativos da Exxon no Catar e nos Emirados Árabes Unidos representam cerca de 20% da produção mundial da empresa, "mas uma porcentagem menor dos ganhos upstream", afirmou a gigante petrolífera nesta quarta-feira em uma prévia de seu balanço do primeiro trimestre, cuja divulgação está prevista para maio.

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A Exxon estima um aumento nos lucros de até cerca de US$ 2,9 bilhões devido aos preços mais altos do petróleo e do gás natural, em comparação com o trimestre anterior, quando relatou lucro de US$ 6,5 bilhões.

No entanto, a empresa alertou para efeitos negativos de temporização associados ao seu programa de negociação, que devem pesar sobre os ganhos do primeiro trimestre em US$ 3,5 bilhões a US$ 4,9 bilhões. O ponto médio dessa faixa equivale a cerca de US$ 0,93 por ação. No quarto trimestre, os ganhos por ação da Exxon foram de US$ 1,53 - ou de US$ 1,71, quando excluídos determinados custos não recorrentes.

Já a Shell afirmou nesta quarta-feira que estima a produção do primeiro trimestre em seu segmento de gás integrado em cerca de 880 mil a 920 mil barris de óleo equivalente por dia (boe/d), ante o guidance anterior de 920 mil a 980 mil boe/d.

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A atualização da Shell vem após os fortes ataques à indústria de petróleo e gás no conflito, incluindo um dos ativos mais valiosos da empresa britânica - a instalação de gás para líquidos Pearl no Catar.

*Com informações da Dow Jones Newswires

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