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EUA retomam cobrança de inadimplentes com empréstimos estudantis; crédito pode ser afetado

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O Departamento de Educação dos Estados Unidos voltou a cobrar os pagamentos de empréstimos estudantis federais em situação de inadimplência. A decisão, após cinco anos de pausa, pode derrubar o score de crédito de milhões de americanos.

A partir de 5 de maio, o órgão retoma as cobranças e ameaça medidas punitivas como o confisco de salários e a retenção de restituições do imposto de renda. Segundo dados divulgados em 21 de abril, mais de 5 milhões de mutuários estavam inadimplentes, e outros 4 milhões tinham pagamentos em atraso grave - entre 91 e 180 dias.

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O impacto pode ser pesado no bolso de quem já enfrenta dificuldades. Embora o Morgan Stanley preveja um efeito modesto no PIB, os analistas alertam que as consequências individuais devem ser significativas, principalmente entre os mais jovens. Segundo o banco, pessoas com menos de 40 anos concentram mais da metade da dívida estudantil no país. "Consumidores de renda média e alta têm mais dívidas estudantis, mas os de baixa renda são os mais propensos à inadimplência", escreveram.

A queda no score de crédito também pode dificultar o acesso a financiamentos para carros, imóveis e outros bens. "Mais obstáculos ao consumo podem enfraquecer ainda mais as projeções de crescimento dos investidores", alertam os analistas, o que pode afetar os juros futuros e a curva dos Treasuries.

Mais de 9 milhões de mutuários podem ter tido redução substancial em sua pontuação no primeiro trimestre deste ano, segundo os autores.

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O Departamento de Educação não comentou. Em abril, justificou a retomada como uma questão de justiça. "Os contribuintes americanos não serão mais forçados a servir de garantia para políticas irresponsáveis de crédito estudantil", disse a secretária de Educação, Linda McMahon.

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