Leia a última edição
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Escalada no Oriente Médio pode impactar custos de energia e fretes no Brasil, diz Fiemg

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A escalada das tensões no Oriente Médio acende alerta para a indústria brasileira diante dos possíveis impactos sobre energia, logística e negócios internacionais, diz a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg). Mesmo sem anúncio formal de bloqueio no Golfo Pérsico, o aumento do risco já provoca elevação de seguros marítimos, cautela operacional e redução no fluxo de embarcações.

Segundo dados do Centro Internacional de Negócios da Fiemg, entre 2021 e 2025, o Brasil exportou US$ 73,84 bilhões para países do Golfo e do Oriente Médio, o equivalente a cerca de 4,5% das exportações nacionais no período. A pauta é concentrada em carnes, açúcar, milho, soja e minério de ferro. Nesse mesmo período, as importações brasileiras da região somaram US$ 42,87 bilhões, cerca de 3,3% do total importado pelo País, com forte presença de combustíveis minerais e fertilizantes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A Fiemg sustenta que essa dependência reforça a sensibilidade da economia brasileira a oscilações de preços no Golfo Pérsico, especialmente em setores ligados à energia e insumos agrícolas.

Além do impacto marítimo, a escalada também afeta rotas aéreas e conexões internacionais, com companhias evitando hubs como Dubai, Doha e Abu Dhabi. Tensões envolvendo Dubai podem comprometer arranjos operacionais utilizados para comércio e pagamentos internacionais, elevando incerteza e custos de transação.

"A indústria brasileira está inserida em cadeias globais e qualquer instabilidade em rotas estratégicas como o Estreito de Ormuz repercute em fretes, seguros e energia. O acompanhamento atento do cenário internacional é fundamental para mitigar riscos e preservar a competitividade das empresas", afirma o presidente da Fiemg, Flávio Roscoe.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline