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Em janeiro, incerteza diminuiu e os preços foram reajustados de acordo, diz diretor do BC

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O diretor de Política Monetária do Banco Central, Nilton David, disse nesta sexta-feira, 21, que os mercados reagiram à incertezas em dezembro, que se refletiram bastante na questão cambial, e que agora no início deste ano a diminuição dessas incertezas implicou no reajuste de preços. Ele participou de uma live organizada pelo Bradesco BBI.

"Acho que o mercado reagiu a incertezas, de onde elas vieram, as fontes, a combinação delas, fica meio que em segundo plano para a gente saber que veio de incertezas. O que a gente viu em dezembro foi um grande nível de incerteza aparecendo por todos os lados, e isso fez com que as moedas andassem bastante, o dólar na verdade, mais que as moedas", disse.

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Para ele, quando a incerteza diminuiu, como ocorreu em janeiro, os preços foram reajustados de acordo com esse processo. "Esse processo não se deu só no Brasil, e aliás eu não acredito que tenha sido no Brasil. De fato, o pivô mesmo foi lá fora, e obviamente que cada um tem a sua idiossincrasia que amplifica ou não isso", disse.

Provocado sobre a atuação do Comitê de Política Monetária (Copom), em relação à precificação de cenário internacional, Nilton David devolveu com outra questão. "Será que esse consenso nosso de que a ineficiência vindo das tarifas produz um dólar mais forte via Fed, será que ele não pode estar errado à medida em que ao mexer demais nas tarifas, mexer demais na regulação, isso acabe produzindo um cenário em que, bem ou mal, a economia americana perca alguma atratividade?" disse.

Em relação à postura do Fed sobre a questão de tarifas nos Estados Unidos, ele defendeu que há "um espectro bastante aberto de possibilidades". "É suposto, ele como autoridade monetária deveria se colocar no lugar onde tem o menor risco para as funções que ele cumpre, então ele deveria estar provavelmente com um foco maior numa coisa mais que aumente a atividade ou que aumente a inflação de alguma forma, não será a minha atividade, mas é o foco que ele deveria estar, maior para ele, não que isso seja o cenário base para ele, mas isso aqui é o que dá mais atenção, parece mais fácil lidar com o contrário que com isso nesse momento", disse.

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