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Durigan diz confiar na condução de Motta e Alcolumbre em meio a revisões de benefícios fiscais

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O secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, disse, em entrevista à CNN, confiar na condução dos trabalhos no Legislativo pelos presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), com a agenda de revisão de benefícios fiscais, já que a proposta foi trazida pelo Legislativo. "As próprias lideranças do Congresso têm falado sobre a necessidade de se fazer a revisão de benefício fiscal. O próprio governo reconhece isso e a gente já fez isso, quando a gente reviu a subvenção do ICMS, a isenção dos fundos fechados, fundos em paraíso fiscal, quando a gente passou a efetivamente cobrar tributo das empresas de bets. Tudo isso tem sido feito. A gente vê com ótimos olhos avançar mais, em rever de maneira mais forte, mais ampla, os benefícios fiscais", comentou.

Para ele, é importante que o corte de benefícios fiscais seja linear e esse é o caminho mais adequado. Porém, ele contemporizou que é o debate político vai trazer o tom do que é possível no Congresso.

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"O que a Fazenda tem proposto é, quanto mais amplo, quanto mais linear, quanto menos escolhas idiossincráticas. Do nosso ponto de vista, nada poderia ser deixado de fora. A gente poderia incluir tudo. O debate político vai trazer o tom aqui do que é possível aprovar, em termos de quórum de PEC, em termos de quórum de lei complementar. E por isso essa mediação, que é democrática, que é devida, deve ser feita junto com o Congresso Nacional", disse Durigan, reiterando que o objetivo é de atingir um patamar o mais amplo possível.

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