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Dólar tem alta leve e euro amplia queda após BCE

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O dólar no mercado à vista acompanha a valorização da divisa americana no exterior, e ajuda a dar fôlego aos juros futuros em meio à alta dos rendimentos dos Treasuries. Investidores adotam cautela em meio às incertezas sobre as negociações de tarifas dos EUA e em véspera de feriado da Páscoa e também no Brasil na segunda-feira, pelo dia de Tiradentes. O leilão de prefixados é destaque na esvaziada agenda local (11h).

O euro acelerou ligeiramente a queda ante o dólar, após o BCE cortar suas principais taxas de juros em 25 PB. No radar está a entrevista da presidente do BCE, Christine Lagarde, às 9h45.

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O Banco Central Europeu (BCE) cortou suas principais taxas de juros em 25 pontos-base nesta quinta-feira, 17. A taxa de depósito caiu de 2,50% para 2,25%, a de refinanciamento de 2,65% para 2,40%, e a de empréstimos de 2,90% para 2,65%.

O presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a pedir para que o Federal Reserve (Fed) reduza as taxas de juros no país.

Trump afirmou ter tido uma "ligação muito produtiva" com a presidente do México, Claudia Sheinbaum, e classificou como "produtiva" a reunião com representantes do Japão. Ele disse que "todas as nações querem negociar", mencionando a China e destacando que "hoje é a vez da Itália".

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O Ministério do Comércio da China afirmou manter diálogo técnico com os EUA e se disse aberto a negociações baseadas no respeito mútuo. A porta-voz He Yongqian criticou os aumentos tarifários, dizendo que foram iniciados unilateralmente pelos EUA e que "quem deu o nó agora deve desatá-lo".

O principal negociador do Japão, Ryosei Akazawa, afirmou que os EUA esperam fechar um acordo tarifário em 90 dias, mas ainda há incertezas sobre o ritmo das negociações.

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