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Dólar ronda a estabilidade com alta de petróleo e fragilidade do cessar-fogo no Oriente Médio

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O dólar volta a cair na manhã desta quinta-feira, 9, após breve viés de alta, diante da valorização do petróleo, que volta a subir e a se aproximar dos US$ 100 o barril por causa das preocupações com a oferta.

Investidores retomam a demanda defensiva nos mercados por incertezas sobre o cessar-fogo no Oriente Médio e a reabertura do Estreito de Ormuz, após Israel continuar atacando o Líbano, com resposta do Irã, além de novas ameaças do presidente americano, Donald Trump, à infraestrutura de energia iraniana caso não haja avanço nas negociações em curso.

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O Irã condicionou a reabertura do Estreito de Ormuz ao fim dos ataques dos Estados Unidos no Oriente Médio e dos bombardeios de Israel no Líbano.

Em entrevista à BBC, o vice-ministro das Relações Exteriores, Saeed Khatibzadeh, disse que o tráfego de navios só será liberado após essas condições serem atendidas.O presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, afirmou que a continuidade dos ataques torna as negociações sem sentido e sinalizou manutenção de postura firme.

A China e outros países condenaram os ataques de Israel no Líbano, que intensificam preocupações internacionais sobre o risco de escalada no Oriente Médio e a fragilidade do acordo de cessar-fogo em curso na região.

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O governo brasileiro realiza nesta quinta reunião com 24 países da Zona de Paz e Cooperação do Atlântico Sul para defender o Atlântico Sul como área livre de armas nucleares e de destruição em massa. O encontro, no Rio, reúne ministros e representantes e marca a assunção do Brasil na coordenação do grupo pelos próximos três anos.

Na agenda local, a produção industrial cresceu em 11 dos 15 locais pesquisados em fevereiro ante janeiro, segundo os dados da Pesquisa Industrial Mensal - Produção Física Regional, divulgados pelo IBGE.

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