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Dólar recua em linha com exterior e de olho em ata do Copom

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O dólar opera em baixa no mercado à vista na manhã desta terça-feira, 25, após três altas seguidas, reagindo à desvalorização externa da divisa americana e alta de petróleo e minério de ferro na China.

Investidores reagem à possibilidade de flexibilização de novas tarifas adicionais a importações dos EUA, que entram em vigor em 2 de abril. Por outro lado, o presidente americano, Donald Trump, impôs tarifas secundárias de 25% a importações de países que compram petróleo e gás da Venezuela, o que ajuda à alta do petróleo, e afirmou que anunciará mais tarifas "em breve" sobre carros, aço, alumínio e fármacos.

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No mercado local, a ata da reunião do Copom veio sem surpresas. O documento mantém o tom conservador do comunicado do encontro da semana passada, que elevou a Selic em 1 pp, a 14,25% ao ano. Indica novo aumento em menor intensidade dos juros em maio, deixando a porta aberta à frente diante do cenário de inflação desafiador. Essa perspectiva favorece a atratividade do diferencial de juro interno e também a retomada da recuperação do real.

O documento do BC enfatiza que "o cenário de convergência da inflação à meta torna-se mais desafiador com expectativas desancoradas para prazos mais longos e exige uma restrição monetária maior e por mais tempo do que outrora seria apropriado", aponta o parágrafo 10.

A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, disse mais cedo que os programas sociais estão garantidos e defende repensar o modelo das emendas parlamentares em razão do montante que representam no Orçamento.

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A Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) reduziu a projeção de março para o IPC, de 0,69% para 0,61%, influenciada pela desaceleração em Alimentação e deflação mais intensa em Despesas Pessoais.

Investidores monitoram o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, na abertura de evento sobre reforma tributária na Fiesp, enquanto aguardam discursos da diretora do Fed Adriana Kugler discursa às 9h40, e do presidente da distrital de NY, John Williams, às 10h05, além dos dados dos EUA de vendas de moradias novas em fevereiro e o índice de confiança do consumidor do Conference Board em março, ambos às 11h.

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