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Dólar perde força agora e isso ajuda a reduzir preço de alimentos no médio prazo, diz Haddad

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, voltou a afirmar nesta sexta-feira, 7, que o dólar está perdendo força ante o real, o que colabora para reduzir o preço dos alimentos no médio prazo. Em entrevista à Rádio Cidade, de Caruaru (PE), o ministro foi questionado sobre a declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que na quinta-feira pediu que a população não comprasse itens que estão caros. Em resposta, Haddad repetiu que Lula retomou a política de valorização do salário mínimo e aprovou a reforma tributária que irá isentar a cesta básica.

"Agora, no final do ano passado, nós tivemos uma ocorrência, que foi a eleição do Trump nos Estados Unidos. E isso fez com que o dólar se valorizasse no mundo inteiro. As moedas perderam valor. Agora, se você acompanhar o que está acontecendo, o dólar está perdendo força", disse Haddad, relembrando também o Plano Safra e a expectativa de colheita recorde neste ano.

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"Nós vamos colher como nunca colhemos alimentos e também grãos e tudo mais. Tem o ciclo do boi também no final. Isso tudo vai ajudar a normalizar essa situação", afirmou Haddad, voltando a relembrar e criticar a gestão Bolsonaro.

"E todos os preços hoje, mesmo tendo sido elevados no último período em função desses fatores, seca, inundação no Rio Grande do Sul, dólar, eleição do Trump e tudo mais, eles ainda estão abaixo do que o presidente Lula herdou do governo Bolsonaro. Então, vamos continuar tomando as medidas de aumentar o salário mínimo, corrigir a tabela do imposto de renda, melhorar o poder de compra do salário, baixar o dólar e melhorar a safra para combater os preços altos", disse Haddad, acrescentando que ele e o PT reconhecem que há "muito" o que recuperar no Brasil.

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