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Dólar desce a R$ 5,81 após PPI fraco e receios com tarifas e economia dos EUA

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O dólar renovou mínima a R$ 5,8180 (-1,37%) no mercado à vista na manhã desta sexta-feira, 11, após a queda de 0,4% do PPI dos EUA em março e alta anual de 2,7%, ambos abaixo das projeções do mercado.

Márcio Riauba, head de operações da Stonex Banco de Câmbio, diz que o mercado de câmbio se ajusta à queda do dólar no exterior, com o índice do dólar DXY abaixo dos 100 pontos, refletindo menor confiança na economia dos EUA, com apostas em um crescimento mais fraco por lá.

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Pequim elevou suas tarifas para 125% em resposta às sobretaxas americanas de 145%, chamando as medidas de Washington de "piada" e afirmando que ignorará futuras elevações tarifárias, destaca. Esse cenário aumenta a aversão a risco nos mercados globais, favorecendo ativos considerados mais seguros, como ouro, com alta de 6% na semana, enquanto o iene japonês sobe 2,82%, assim como outras moedas do G20 vistas como porto seguro, como euro e libra, aponta Riauba.

No Brasil, segundo ele, cresce a expectativa de que o ciclo de alta de juros possa ser interrompido antes do previsto em meio à perda de força do IPCA em março e o risco de desaceleração global.

O IPCA subiu 0,56% em março, desacelerando frente ao avanço de 1,31% em fevereiro, segundo o IBGE. O resultado ficou acima da mediana de 0,54% das projeções (0,46% a 0,59%). Com isso, a inflação acumulada no ano chegou a 2,04%, enquanto o acumulado em 12 meses subiu para 5,48%, acima dos 5,06% registrados até fevereiro.

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O IBC-BR total subiu 0,4% em fevereiro ante janeiro, na série com ajuste sazonal, acima da mediana das projeções do mercado (+0,30%) e após alta de 0,89% em janeiro.

Em relação às tarifas americanas, o comissário de Comércio da União Europeia (UE), Valdis Dombrovskis, afirmou que "todas as opções" permanecem abertas, caso o bloco europeu precise tomar medidas contra os Estados Unidos, após reunião em Varsóvia, na Polônia.

O vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin, tem uma reunião por videoconferência com o ministro do Comércio da China, Wang Wentao, a pedido do governo chinês.

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