Economia

Dólar cai com pressão técnica na Ptax, mas recuo de petróleo e Treasury limitam

Da Redação ·

O dólar recua no mercado à vista sob pressão técnica ligada à formação da Ptax referencial de fim de março e do primeiro trimestre. Mas a queda do petróleo de mais de 5% e recuo dos juros dos Treasuries diante de dúvidas sobre a resolução do conflito entre Rússia e Ucrânia ajudam a limitar o ajuste de baixa.

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Há pouco, a Opep+ decidiu acelerar ritmo de aumento mensal da produção de petróleo a 432 mil bpd, a partir de maio.

Já o Reino Unido anunciou sanções a mais 14 entidades e indivíduos da Rússia, incluindo grupos de mídia por trás da RT e da Sputnik, com a justificativa de que está mirando os que propagam "as notícias falsas e narrativas" do presidente russo, Vladimir Putin.

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Entre os novos alvos das sanções britânicas estão o diretor-gerente da RT, Alexey Nikolov, Sergey Brilev, famoso âncora de TV da Rossiya, e o editor-chefe da Sputnik, Anton Anisimov.

A taxa de desocupação no Brasil ficou em 11,2% no trimestre encerrado em fevereiro, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou no piso das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que estimavam uma taxa de desemprego entre 11,2% e 12,1%, com mediana de 11,4%.

Em igual período de 2021, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 14,6%. No trimestre encerrado em janeiro de 2022, a taxa de desocupação estava em 11,2%. Contudo, a renda média real do trabalhador caiu 8,8% a R$ 2.511,00 no trimestre encerrado em fevereiro em relação ao mesmo período do ano anterior.

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O dólar registrou mínima há pouco, a R$ 4,7620 (-0,53%), ante máxima, a R$ 4,7965 (+0,19%) nos primeiros negócios. Já o dólar futuro para maio, contrato mais negociado a partir de hoje, passou a cair, com mínima em R$ 4,7985 (-0,26%) há pouco, após máxima pós abertura positiva, a R$ 4,8335 (+0,47%).

Às 9h23, o dólar à vista recuava 0,27%, a R$ 4,7745. O dólar para maio voltava a exibir viés de alta, de 0,08%, a R$ 4,8165, após registrar mínima a R$ 4,7985 (-0,26%). Na máxima, esse contrato subiu a R$ 4,8335 (+0,47%) mais cedo.