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Dólar à vista sobe com IOF, Haddad e cautela externa no foco

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O dólar à vista opera em alta na manhã desta sexta-feira, 23, ajustando-se ao aumento do IOF sobre seguros, crédito para empresas e câmbio, anunciado após o fechamento anterior. Já o dólar futuro de junho recua, após ter subido fortemente em reação às medidas fiscais, que acabaram ofuscando o bloqueio de recursos no orçamento, acima do esperado pelo mercado.

A pressão no câmbio é atenuada pelo recuo do governo na proposta de elevar a 3,5% o IOF sobre investimentos de fundos no exterior e pela exclusão do imposto sobre comércio exterior e fluxos de investimento estrangeiro. A queda do dólar lá fora também contribui.

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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse mais cedo que conversa periodicamente com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, sobre medidas que serão tomadas pelo governo, mas que isso não estende a responsabilidade por estas medidas ao chefe da autoridade monetária. Segundo Haddad, a revisão de parte das mudanças no IOF equivale a menos de R$ 2 bilhões de um total de R$ 54 bilhões em medidas anunciadas.

Único indicador previsto na agenda interna, o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) desacelerou o ritmo de alta a 0,39% na terceira quadrissemana de maio, após elevação de 0,44% na quadrissemana anterior.

No cenário externo, as bolsas em Nova York e na Europa pioraram, dólar e juros dos Treasuries acentuaram perdas e o petróleo WTI e Brent passaram a cair após declarações de Trump sobre a União Europeia. Os juros dos títulos de 10 anos do Reino Unido e da Alemanha atingiram mínimas intradia.

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Trump ameaçou nesta sexta impor tarifas de 25% à Apple se a gigante de tecnologia americana continuar fabricando iPhones em outros países fora dos EUA. Além disso, o republicano recomendou que uma tarifa fixa de 50% seja aplicada contra a União Europeia (UE), a partir de 1º de junho, já que o bloco "tem sido difícil de lidar"

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