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Dizer que Selic ficará 'mais contracionista' não é um forward guidance adicional, afirma David

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O diretor de Política Monetária do Banco Central, Nilton David, disse nesta sexta-feira, 21, que a autarquia evita conceder qualquer forward guidance além do que já consta na comunicação oficial. Dizer que a Selic se tornará "mais contracionista" reflete apenas a sinalização que já está na mesa, explicou. Em dezembro, o Comitê de Política Monetária (Copom) aumentou os juros em 1 ponto porcentual, de 11,25% para 12,25%, e indicou mais duas altas da mesma magnitude. Em janeiro deste ano, o colegiado cumpriu a promessa ao elevar a taxa para 13,25% e reforçar que antevê outra elevação de mesmo nível em março, mas sem oferecer sinalização para maio.

"Não é um forward guidance adicional", comentou Nilton, durante participação em uma live organizada pelo Bradesco BBI. "A reunião do Copom de maio é a reunião de maio, não tem nada, não se fala nisso ainda."

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Segundo o diretor, é consenso entre todos os membros do Copom que a taxa Selic está em um nível "objetivamente contracionista". A promessa de continuar elevando os juros, ele explicou, se deve à maior incerteza no cenário, que exige um posicionamento mais cauteloso por parte do BC.

"A gente está objetivamente contracionista, a gente acha que tem de estar lá, porque esse é o melhor posicionamento para se ficar quando você tem um nível de incerteza desses que a gente tem hoje", disse Nilton.

O diretor acrescentou que as variáveis de entrada nos modelos do BC estão mais incertas do que de costume, o que também aumenta a dispersão dos resultados. Por isso, rechaçou a avaliação de que a queda do dólar ante o real desde a última reunião pudesse ser suficiente para levar a autoridade monetária a estimar um IPCA no centro da meta no seu horizonte relevante.

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