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Dirigente do Fed espera que inflação nos EUA volte à meta de 2%, mas alerta para riscos de alta

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O presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de St. Louis, Alberto Musalem, disse esperar que a inflação no país retorne para a meta de 2% no médio prazo, mas alertou que os riscos de alta para os preços permanecem, em discurso preparado para evento e divulgado nesta quinta-feira, 20.

Citando a recente pesquisa da Universidade de Michigan, o dirigente notou que houve um aumento considerável nas expectativas de inflação dos consumidores americanos, que deve ser monitorado de perto por ameaçar "complicar o trabalho" do BC. Simultaneamente, ele projeta que o mercado de trabalho seguirá próximo do pleno emprego.

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"Eu percebo o risco de estagnação do progresso da inflação como maior que o risco de enfraquecimento substancial do mercado de trabalho. E, apesar de não ser meu cenário base, há a possibilidade de o Fed enfrentar metas conflitantes do seu duplo mandato", afirmou o dirigente.

Musalem apontou que as diversas mudanças em políticas comerciais, imigratórias, regulatórias, fiscais e energéticas do governo de Donald Trump podem "afetar materialmente" a economia dos EUA. Contudo, o dirigente acredita que os "efeitos líquidos" devem ser pequenos no médio prazo.

Neste cenário incerto, Musalem defende que o Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) mantenha uma abordagem paciente da política monetária. O dirigente vota nas decisões monetárias do BC norte-americano em 2025.

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