TNOnline

Leia a última edição Siga no Whatsapp
--°C | Apucarana
Euro
--
Dólar
--

Economia

publicidade
ECONOMIA

Dirigente do Fed diz ver crescimento fraco nos EUA em 2025 e não descarta recessão

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Telegram
Siga-nos Seguir no Google News
Grupos do WhatsApp

Receba notícias no seu Whatsapp Participe dos grupos do TNOnline

A presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) de Boston, Susan Collins, afirmou que prevê um crescimento econômico fraco dos Estados Unidos em 2025, mas que não pode descartar a possibilidade de uma recessão, apesar deste não ser o seu cenário base. Em entrevista ao Yahoo! Finance, a dirigente disse que também projeta aceleração da inflação bem acima de 3%, em razão das tarifas aplicadas pelo governo Trump.

No cenário atual, Collins - que tem direito a voto no Comitê Federal de Mercado Aberto (FOMC, em inglês) - vê espaço para retomar cortes de juros apenas no fim deste ano, a depender dos dados sobre a evolução da economia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Associe sua marca ao jornalismo sério e de credibilidade, anuncie no TNOnline.

A dirigente observou que a incerteza sobre políticas tarifárias complica o processo de estimativas econômicas para o ano, ao "nublar" como seus impactos devem afetar a inflação e a atividade americana. "Quanto maiores e amplas forem as tarifas, maior será o impacto para a nossa economia", pontuou.

Na visão dela, somente as tarifas recíprocas de 10% sobre todos os países - a alíquota mais baixa anunciada por Trump - já é demasiadamente ampla e de alta magnitude. "É importante lembrar que essas tarifas não são apenas sobre bens finalizados ou determinada categoria, mas por todas as importações", destacou, ao notar como isso deve afetar preços e processos produtivos de todos os setores norte-americanos.

Collins expressou preocupação especialmente sobre as tarifas e retaliações entre EUA e China, notando que o nível extremamente elevado das alíquotas terá um impacto significativo na economia e nos preços.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por outro lado, a dirigente avalia que os mercados continuam funcionando bem e notou que existem sinais positivos, como a inflação em queda rumo à meta de 2% - ainda que em ritmo lento - e expectativas de inflação de longo prazo ancoradas.

Collins disse que monitora estes fatores de perto e que quaisquer mudanças podem afetar sua decisão sobre o processo de normalização da política monetária.

Gostou da matéria? Compartilhe!

Compartilhar no Facebook Compartilhar no Twitter Compartilhar no WhatsApp Compartilhar no Email
Adicionar como fonte preferida no Google

Últimas em Economia

publicidade

Mais lidas no TNOnline

publicidade

Últimas do TNOnline

TNOnline TV