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Deflação do CPI dos EUA enfraquece dólar, mas cautela com China puxa alta

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O dólar abriu esta quinta-feira, 10, em alta, mas passou a cair no mercado à vista, puxando os juros futuros para baixo. O CPI dos EUA mostrou deflação de 0,1% em março ante fevereiro nos EUA, ante previsão de alta de 0,1%. O índice DXY do dólar frente moedas desenvolvidas renovava mínimas há pouco, no patamar de 101 pontos. Por volta das 9h45, o dólar à vista retomava sinal de alta.

Os juros futuros caem junto com o dólar e retornos dos Treasuries após o fraco CPI. O movimento é limitado na ponta curta pelo dado de serviços com alta acima do teto das previsões em fevereiro.

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O volume de serviços prestados subiu 0,8% em fevereiro ante janeiro, na série com ajuste sazonal. O resultado representa o dobro do teto das projeções dos analistas do mercado (0,4%). Na comparação com fevereiro do ano anterior, houve elevação de 4,2% em fevereiro de 2025, ouço abaixo do teto esperado (4,4%), já descontado o efeito da inflação.

O Índice de Governabilidade (I-Gov) do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) caiu de um cenário estável aos 48% nos primeiros dois meses deste ano para 46% em março.

Em relação à guerra tarifária, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, anunciou que a União Europeia (UE) pausará a adoção de contramedidas a tarifas dos Estados Unidos por 90 dias, em resposta a pausa do lado americano.

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O dirigente do Banco Central Europeu (BCE) e presidente do BC da França, François Villeroy de Galhau afirmou que a pausa nas tarifas recíprocas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, ainda é "má notícia" para a Europa e reforça a imprevisibilidade e o protecionismo por trás das novas políticas comerciais americanas.

O conselheiro econômico da Casa Branca, Kevin Hassett, afirmou que os EUA precisam pressionar seus parceiros comerciais para ganhar vantagem nas negociações. Segundo ele, apenas um "acordo extraordinário" evitaria a aplicação da tarifa básica de 10%.

Na quarta-feira, 9, o dólar à vista caiu no fechamento a R$ 5,8473 (-2,51%), acompanhando o comportamento da moeda americana em relação a divisas de países emergentes após a suspensão temporária de tarifas recíprocas dos EUA acima de 10% por 90 dias.

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