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Dado mais recente de inflação torna alta de juros mais improvável, afirma dirigente do BCE

Integrante do conselho do Banco Central Europeu (BCE), Isabel Schnabel afirmou que o dado mais recente de inflação na zona do euro "tornou uma alta de juros mais improvável". A declaração foi dada durante entrevista à Reuters realizada no dia 1º de dezemb

Gabriel Bueno da Costa (via Agência Estado)

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Escrito por Gabriel Bueno da Costa (via Agência Estado)
Publicado em 05.12.2023, 11:58:00 Editado em 05.12.2023, 20:05:58
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Integrante do conselho do Banco Central Europeu (BCE), Isabel Schnabel afirmou que o dado mais recente de inflação na zona do euro "tornou uma alta de juros mais improvável". A declaração foi dada durante entrevista à

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Reuters

realizada no dia 1º de dezembro e divulgada na madrugada desta terça-feira, 5, pelo BCE. Em linha com declarações recentes dos dirigentes, Schnabel não descartou que possa haver mais aperto, a depender dos próximos indicadores, mas qualificou o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) preliminar de novembro da região como "uma surpresa muito agradável, inclusive no núcleo". A autoridade disse que deseja ver mais avanços, sobretudo no núcleo da inflação. Na entrevista à agência

Reuters

, ela destacou que o núcleo da inflação recua mais rápido do que o esperado anteriormente. "Em resumo, os acontecimentos em relação à inflação têm sido encorajadores", comentou. Ao mesmo tempo, lembrou que os dirigentes ainda esperam algum ganho de fôlego nos próximos meses. "Haverá a reversão de algumas medidas fiscais e efeitos de base de comparação, e não podemos excluir que ocorra um novo salto em energia ou alimentos." Schnabel afirmou que um período de crescimento abaixo do potencial é necessário para levar a inflação à meta de 2%. Os dados recentes dão mais confiança de que a meta será atingida até 2025, acrescentou. Ela previu que o crescimento da zona do euro ganhe fôlego gradualmente no próximo ano, com alta na renda real que apoiará a confiança e o consumo. Deve haver "algum enfraquecimento" no mercado de trabalho, mas "sem uma deterioração significativa nem uma recessão profunda", disse Schnabel.

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